Capítulo 3

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Os dias que se seguiram foram difíceis, Thomas estava ficando distante. Seu olhar já não era mais o mesmo, ele nem ao menos sorria.
Aos poucos a mágoa foi passando e quando tudo parecia entrar nos eixos eu recebo a pior das notícias: Ele vai morar com o pai no Canadá.
Ele até voltou a sorrir e mesmo na querendo eu o ajudei pois, ele precisava do apoio do pai.
Dias depois, lá estava ele colocando as malas no carro, fechando a porta e se despedindo de mim. Antes de entrar no carro, ele me entregou as chaves de sua casa e disse:
-Cuide dela pra mim. -sorrio
Ele se virou e como se estivesse esquecendo algo, olhou nos meus olhos e disse:
-Eu te amo marrenta!
-Eu também seu bobo! -digo sorrindo
Mas, eu estava sofrendo...
Deixá -lo ir é como levar uma facada no peito, lenta e dolorosa.
Vê -lo partir é como perder parte de mim, fica só o vazio.
Fitei o carro até perde - lo de vista e ainda não acreditando que vou acordar todos os dias e não poder admirar o "meu garoto dos olhos azuis" -uma lagrimas caiu- , eu permaneci ali até anoitecer.

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