Capítulo 4

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Amores, tudo bem?

Peço desculpas pela demora, mas é que eu realmente estava com dificuldades pra escrever esse cap, e apesar de já o ter pronto a um tempo, eu estava incerta quanto a posta-lo.

Mas o que seria de nós, sem nos arriscarmos né?

Então, eu estou me arriscando a dar introdução ao mundo dos hot ( aquela carinha) e queria muito saber a opinião de vocês. Leiam e deixem as suas opiniões, please. Tanks :)

Boa leitura!

" Se as pessoas fossem chuva, eu seria a garoa e ela, o furacão" - Quem é Você Alasca? ( Jhon Green )

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Gabriel Martins

Olha, eu sei que eu sou o cara mais galinha que você vai conhecer na sua vida - e um dos mais bonitos também- mas eu acho, que todo cara galinha é assim por um motivo. Ou não, sei lá. Mas eu pelo menos, tenho meu motivo, e o nome dele é Ayla Morgan.

Mas, infelizmente, existe uma porra chamada destino, e possivelmente, o meu não é ficar com a Ayla. Porque o tanto de coisa que a gente já passou, é incrível não estarmos juntos.

Quando ela começou a namorar o playboy do Jefferson eu pirei. Fiquei furioso com ela, com Luke e com todos. Eles não podiam fazer isso. Não podiam destruir tudo aquilo que eu lutei para conseguir. Estávamos quase falando pra todo mundo, quase assumindo e parando de ficar as escondidas, dai chega esse merda, e rouba minha garota.

Ah, se eu ver esse cara na minha frente. Na época, eu não podia bater nele, mas agora, eu posso. E eu vou enfiar uma agulha de tatuagem no pescoço dele e fazer uma tatuagem interna, dizendo: " Eu sou um merda". E eu garanto, que ele nunca mais será o mesmo de antes.

Desde que ela começou a namorar o playboy eu dei uma afastada. Ela veio, conversou comigo e pediu para que eu não fizesse isso, que ela não aguentaria, afinal, eu ainda era um de seus irmãos. Mas eu, naquele momento, não estava apto a ficar próximo dela, não conseguiria ser apenas o irmão "mais velho" dela. Eu amo demais essa garota pra ser o "amiguinho friendzone". Então me afastei e comecei a ser um canalha, eu pegava todo mundo mesmo, não estava nem vendo. Eu só queria sanar a falta da Ayla dentro do meu coração.

Nossa que gay isso, esquece o que eu disse.

Mas, enfim, quando Luke me falou que a Ayla não respondia suas mensagens, eu quase tive um treco. Mas o fiz esperar, Luke é muito impaciente quando o assunto é Ayla . Mas, eu mesmo, não via a hora de dar o quarto dia e irmos para Curitiba, porque tudo que eu queria era ver a rosinha.

Quando chegamos lá, eu estava indignado. Onde já se viu, uma aeromoça linda me dar um fora? Eu sou Gabriel Martins ninguém me dá fora. Menos aquela aeromoça linda, ela me deu um fora e dos mais bonitos ainda.

Chegamos no apartamento de Ayla e tudo estava revirado de cabeça para baixo, e as lembranças da noite que ela foi internada me voltaram a mente. Rapidamente entrei no apartamento e corri para o seu computador. Sabia que Ayla deixaria algo ali se quisesse ser encontrada, quanto a senha, eu sabia tudo sobre a Ayla, porque não saberia sobre a senha de computador?

Vasculhei tudo, e observei seus arquivos abertos, coisas da empresa, mais coisas da empresa e enfim algo que poderia nos ajudar. Um bilhete, bem destinado a Luke, o leio em voz alta e Luke me dá ordens expressas de ajeitar tudo enquanto ele vai atrás da Ayla. Assim que ele sai, eu começo a arrumar tudo e permito que algumas lembranças voltem. Tipo, a do dia que ficamos pela primeira vez, o dia da clinica, o dia em que ela me disse que vinha para Curitiba, seu mini-intercâmbio, e tudo o mais. Percebo em como o passar dos anos mexeu comigo, quando a conheci ela era apenas uma pequena garotinha, que vivia acompanhada por dois garotos mais velhos. Em como aquela garotinha cresceu e se tornou uma menina diferente da maioria, e ela estava virando uma mulher exemplar, apesar de todos os seus problemas.

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