Capítulo Vinte e Três

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Hoje foi meu primeiro dia na equipe de busca. Foi um pouco mais louco do que eu imaginei.

Logo cedo pela manhã o Coronel Tadeu veio me acordar me avisando que iríamos partir em busca de alguns equipamentos para o laboratório.
Me arrumei com pressa, mas antes de ir passei no quarto da minha mãe para me despedir.
Foi o muito chato, ela veio com aquele mesmo papo de sempre de mãe super protetora e tudo mais.
Depois de meia hora ela deixa eu ir em paz.

Íamos nos reunir no estacionamento. Ao que tudo indica irá eu, a Fernanda, a Cabo J, o Cadete e mais um garoto que eu não sei o nome.

Nos reunimos lá e escolhemos o carro, uma camionete simples.
O coronel deu as ordens :

-Sua missão e bem simples. Você irão para o centro e irão vasculhar dois hospitais naquela área.

O coronel falava enquanto encarava cada um de nós.

-Oque Queremos e um medicamento chamado estriquicina, Somente isso .Quero que vocês tragam a maior quantidade de estriquicina que conseguirem.

-Lembrando aos novatos que o centro e onde existe a maior quantidade de transformados, então evitem andar sozinhos e sejam muito cautelosos._Falou a Cabo J.

-A cabo tem razão .Então isso é tudo.

Depois disso o coronel voltou para o qg o outro rapaz que eu descobri que se chama Miguel nos levou para pegarmos nossas armas.
Devido ser nossa primeira vez, eu e a Fernanda só recebemos uma pistola cada com silenciadores.
Acho que eles tem medo que façamos muito barulho .
Entramos todos no Carro.o Miguel dirigia e Cabo ia no banco do carona, eu e Fernanda íamos nos bancos traseiros e o cadete ia na parte de trás da camionete com uma metralhadora aérea.

-Fazia tempo que eu não te via Miguel _Falou a Cabo.
-E a vida, você sabe muito trabalho _Ele falou um pouco distraído .
-Sei como é.
-E esses dois?Vao dar pro gasto? _Ele pergunta me encarando pelo espelho retrovisor.
-Vão ter que dar _Ela respondeu.
-Okay então.

Continuamos o caminho é alguns minutos depois chegamos ao centro.

Isso aqui ta quieto, muito quieto. Teoricamente esse é o lugar onde deveria ter mais transformados devido ao grande número de pessoas que moravam aqui.
Mas estava tudo em silêncio e não havia ninguém nas ruas.

-Oque ta rolando por aqui? _Pergunto.

-Não Sei. Mas não vamos perder tempo _Falou o cadete.

-O Cadete tem Razão. Vamos logo com isso. Aqui existem dois hospitais onde provavelmente irão ter o medicamento. Eu e o miguel vamos no maior e você cadete cuida dos novatos.

Essas foram as ordens da cabo.
Depois disso nos separamos deles até chegarmos em frente a um hospital que tudo indica ter sido um hospital particular no passado.

-A estriquicina deve estar na ala de quimioterápia .Vamos achar ela é vamos sair em menos de dez minutos. Ok??

-Ok!! _Eu e Fernanda respondemos em coro

Seguíamos em direção ao hospital. Chegando lá encontramos uma placa que dizia que o laboratório se encontrava no segundo andar do prédio.
Seguíamos pela escada.
O cadete ia na frente e eu e Fernanda seguíamos o de perto.

Chegamos até o andar que queríamos :

-Vocês dois fiquem juntos e vigiem a escada. Eu volto logo _Falou o cadete seguindo por um corredor.

Ficamos em silêncio esperando.

-E ai oque ta achando? _Pergunto para a Fernanda.
-Normal _ela faz sua cara de tédio como sempre.
-Ta né. Eu......

Fui interrompido por barulho de vidro quebrando.
Eu e Fernanda ficamos aposto e apontamos nossas armas naquela direção.

Depois de alguns segundo mais vidros e o cadete vem em nossa direção correndo :

-Fujam vamos!!!!

Obedecemos eles e começamos a decer as escadas correndo.
Olho para atrás e so vejo uma horda de ums 20 zombies nos perseguindo.
O cadete vinha atrás de nós com um kit de primeiros socorros na mão e na outra um revólver.
Ele ficava atirando tentando parar os zombies mais não funcionava.

-Por aqui !!!_Fernanda fala abrindo a porta de saída .

Saímos por ela e nos deparamos com mais zombies a nossa frente.
Fernanda consegue derrubar eles com o revólver , mas mais deles se aproximam pelos lados .
Estamos seguindo em direção ao carro, estamos ofegantes e ainda correndo.
Até que Fernanda cai no chão.
Paro e vou tentar ajudar ela.

-Fernanda vamos!!!!

-Acho que torci o tornozelo!! _ela fala

-DROGA!!!!!

Pego ela no colo e começo a correr com ela nos meus braços. Enquanto isso o cadete começa a usar a metralhadora que ele carregava para me dar cobertura.
Estamos perto do carro e o caminho estar meio que livre graças ao miguel que estar em cima do carro atirando com uma sub metralhadora.
Os zombies estão quase me alcançando....
Conseguimos entrar no carro e na mesma hora a Cabo j acelera .
O caminho está infestado de zombies, mas a Cabo passa por cima de todos.

Faz pouco tempo que chegamos no qg.
Encontramos a tal estriquicina e quase morremos, além de Fernanda ter torcido o pé. Então acho que foi só mais um dia comum no apocalipse.

O Fim? Histórias para pegar e não largar. Descubra agora