23- I Can Love

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P.O.V Justin Bieber 19:48 p.m.

Bieber's House - LA

Já sofri vários tiros no meu corpo, mas nenhum conseguiu me causar uma dor tão forte, quanto isso que ela acabou de falar.

— Você gosta dele? — Perguntei, com um aperto no peito e ela havia mudado de expressão pra tensa e nervosa.

Ela ficou de pé, e umedeceu os lábios, nervosa.

— É... eu gosto sim, a gente se conheceu melhor nesse mês que de passou.

— Não perguntei porra alguma, se vocês se conheceram ou não. — Explodir, e ela ficou me olhando séria, enquanto sentia a minha raiva já começar a brotar dentro de mim, me fazendo tirar aquela porcaria de injeção do meu braço e joguei o soro longe.

Ela me olhou assustada e me levantei, passando as mãos no rosto.

— Eu quero você fora daqui, agora! — Falei, bravo e sem pensar, mas tudo que eu queria era não vê-la nunca mais na minha vida.

Ela ficou me olhando por um tempo e secou as lágrimas que caíram pelo seu rosto.

— Claro. — Ela pegou sua bolsa que estava na poltrona e saiu do quarto. E foi aí que eu pirei da bolota legal, virando a droga da poltrona com tudo e sentir dentro de mim a maior raiva filha da puta existente.

Saí do quarto a procura daquela garota e a vi na sala junto aos outros.

— Fica, Stacey, por favor. — Falou, o Chaz que já havia voltado com a comida e ela bateu seu olho em mim, enquanto descia as escadas.

— Não vai dá. — Ela olhou a hora no seu relógio.

— Senta aí e come. — Mandou o Chaz.

— Não vai dá... mas está aqui os seus convites. O seu Chaz, Chris e... dá esse pro Patrick, ok? As pulseirinhas são obrigatórias usarem, só é permitida a entrada de quem tiver com elas.

— Tudo bem, estaremos lá. — Ela sorriu e olhou pra mim.

— Justin... eu comprei isso pra você, foi receitado pelo médico que eu chamei mais cedo, pra ver como você tá. — Ela me deu um saquinho de farmácia e peguei, mas joguei na parede com sangue nos olhos.

— Ficou maluco, Justin? — O Chris perguntou, me olhando, enquanto os meus olhos estavam fixados nos dela o tempo todo, que me olhava sem expressão alguma.

— Tudo bem, Chris. — Ela sorriu falso. — Tchau. — E saiu da sala, fazendo o meu coração se partir... mas se partiu mesmo.

— O quê foi, Justin?

— Nada, não aconteceu nada.

— Como nada cara, a mina fez o cacete a quatro por você e é assim que você a trata? — Disse o Chaz. — Justin, para de achar que o mundo gira em torno de você, cara. Não é porque você não tem nenhum tipo de sentimentos, que todo mundo não tem. — Ele cuspiu essa verdade na minha cara e passei as mãos no rosto, sentando no sofá, com a mente fixada no que ela falou... ela gosta dele e não de mim.

— Justin, tem mais...

— CALA A BOCA, PORRA! — Gritei, interrompendo o Chris sem paciência pra nada, ele ficou me olhando sério e simplesmente saiu da sala, indo embora.

O Chaz me olhou sério e ficou de pé na minha frente.

— Justin... o quê tá havendo cara? Quê que aconteceu com você nesse último mês que passou? Eu te conheço desde pivete irmão... e sei que tem alguma coisa de errado com você. — Enfiei as mãos no meu rosto e passei elas sobre ele.

Central Bank RobberyOnde histórias criam vida. Descubra agora