Stacey Rudson 16:34 p.m.
New York - EUA
— Obrigado. — O taxista agradeceu o pagamento e saiu. Continuei olhando em volta e dei um pequeno sorriso, admirando aquela vibe da cidade.
Vi dois funcionários do hotel se aproximarem de mim, pra me ajudarem com as malas.
— Senhorita Rudson? — Sorri de orelha a orelha, me aproximando.
— Eu mesma.
— Seja bem vinda, estávamos esperando por você, por aqui. — Sorri, concordando e entramos no hotel. Eealmente era um luxo do caralho, era enorme e muito, muito bonito mesmo. Me aproximei da recepção e havia um rapaz lá, que sorriu ao me notar.
— Boa tarde.
— Boa tarde, a sua reserva foi confirmada?
— Sim, meu pai confirmou mais cedo. — Ele assentiu e olhou alguma coisa no computador. — Stacey Crystal Rudson. — Ele pronunciou meu nome com os olhos vidrados na tela do computador e sorriu. — Seu cartão de crédito por favor. — Dei meu cartão pra ele, que fez todo o lance da reserva. — Obrigado e desejo uma ótima estadia no melhor hotel de Nova York, boa tarde. — Ele foi educado todo e sorriu me entregando o cartão.
— Obrigada. — Guardei o cartão na minha bolsa e ele me deu uma chave de quarto.
— 10° andar, os funcionários irão levar as suas malas. — Concordei e vi os dois funcionários me esperando nos carrinhos com as malas.
Fomos em direção ao elevador e eu observava cada detalhe, ponto daquele paraíso de lugar. Era incrível, não havia defeitos de modo algum naquele lugar.
Pegamos um elevador e fechei os olhos enquanto íamos subimos, pra lembrar do que tive que deixar pra trás... abrir mão de algo que eu nunca sentir antes, paixão e amor... nunca havia sentido isso antes por ninguém.
O Justin por ter sido o primeiro homem que me tocou e me fez dele foi o sortudo de poder ganhar o meu amor, falo que é sortudo, porque é a primeira vez em que eu amo e sinto que se ele fosse recíproco, eu iria me dedicar de corpo e alma pra ele, iria amá-lo com a minha vida, um dia após o outro... mas ele não preferiu nada disso, mas também não o culpo de não sentir o mesmo por mim o quê sinto por ele, a gente não manda no nosso coração.
Saímos do elevador e seguir os caras até os quartos mais a frente, onde entramos no de n° 234 e fiquei mais uma vez chocada com o designer daquele lugar, era lindo demais o quarto.
— Podem por no closet. — Mandei e os caras colocaram as minhas malas no closet.
— Senhorita, qualquer coisa é só acionar pelo telefone que vai dá direto pra recepção. Fique a vontade e tenha uma boa noite. — Ele falou, e olhei pela janela, vendo que já era noite mesmo.
— Obrigada, eu vou ficar bem. — Eles se retiraram e sentei na cama tirando logo aquele salto e respirei fundo.
Relaxei os ombros e fiquei olhando pro chão, pensando no Justin... eu deveria te odiar com a minha vida, você só me fez mal, só me fez sofrer, só me fez de idiota... não entendo como conseguir me apaixonar por você. Eu deveria sentir nojo do modo de como você sempre me tratou, mas não... o meu coração não quis isso.
P.O.V Justin Bieber 20:45 p.m.
Bieber's House - LA
Já era noite e depois que sair da casa dela, nem vontade de ter mais contato com o mundo eu tive mais. Não fumei e nem bebi, porque se eu fizesse isso, com certeza iria morrer aqui dentro dessa casa e dessa vez não teria ninguém que viesse até aqui, pra saber como eu estava... ou quê eu estava fazendo.
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Central Bank Robbery
Ficção Adolescente❝ Nunca passou pela minha cabeça ser vítima de um assalto no banco central. Nunca passou pela minha cabeça que ser mantida refém onde um olhar caramelo se fixou com os meus olhos poderia me mostrar em apenas um olhar o verdadeiro significado do desc...
