31- No Going

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P.O.V Stacey Rudson 18:56 p.m.

Bieber's House

Mais uma vez o meu coração se feriu, por vê-lo naquele estado lamentável que se encontrava. Ele tava bem pior que o outro dia e não pude conter as minhas lágrimas de dó enquanto olhava pra ele.

Meus instintos em relação a ele não eram mais os mesmos, então o abracei forte sem pensar duas vezes.

— Que porra você tá fazendo, Justin? — Pus minhas mãos no seu rosto, enquanto chorava e seus olhos estavam marejados em lágrimas, caídos em tristeza e sem vida alguma. — Meu Deus, você é louco. — Abracei ele novamente e dessa vez ele retribuiu, suas mãos foram parar na minha cintura e o seu rosto foi afundado no meu ombro. — Olha pra mim. — Pus as mãos no rosto dele. — O quê tá havendo com você?

— Nada. — Ele respondeu, se afastando de mim e o seguir, indo em direção a cama.

— Nada? — Rir pelo nariz. — Justin, olha o seu estado... você tá doente. — Falei, e ele ficou sério, mudando de expressão.

— Doente eu?

— Sim, você.

— Não... eu tô muito bem. — Ele sentou na cama e me aproximei dele.

— Você tá bem? Você se isolou dos seus amigos e do mundo, tá mantido aqui dentro e sobrevivendo a base de drogas e bebidas, tem certeza que tá bem? Você tá se destruindo... não tá percebendo?

— Não, eu não tô percebendo porcaria de merda nenhuma. — Ele explodiu na base da arrogância e tentei ficar calma e não ligar, sei que isso deve ser o transtorno dos efeitos das drogas.

— Não precisa gritar... — Ele me olhou, sério.

— O quê faz aqui?

— Vim te ver.

— Pra quê?

— Pra saber como você tava... porque os rapazes...

— Aquele bando de filhos da puta sempre exagerando em tudo. — Ele me interrompeu, rudemente e me agachei perto dele na cama.

— Não, eles não exageraram coisa nenhuma, eles tinham total razão quando falaram que você tava mal.

— Tá, e você veio aqui pra me dá lição de moral? — Revirei os olhos e fiquei de pé.

— Para de ser idiota, Justin, eu não tô aqui pra dá lição de moral em ninguém não... só fiquei preocupada com você.

— Por que? — Respirei fundo, e o encarei.

— Porque eu te amo. — Falei, e ele sorriu com deboche.

— Você me ama? — Ele perguntou, irônico e cruzei os braços. — Hein? — Rolei os olhos. — E o Patrick onde entra nisso? — Enruguei a testa, confuss e dessa vez fui obrigada a rir e rir sentando do lado dele.

— Bem... em lugar algum. — Ele rolou os olhos para mim.

— Não mente, Stacey, você falou que era apaixonada por ele.

— E daí? Paixão e amor são duas coisas diferentes, porq...

— Eu não quero saber disso. — Ele me interrompeu, rudemente mais uma vez e minha paciência pra arrogância dele já havia estourado em segundos.

— Tudo bem. — Tentei me levantar, mas ele me segurou.

— Onde vai?

— Embora. — Me levantei e fui em direção a porta, quando sentir ele me empurrar na parede do quarto e ficou cara a cara comigo.

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