Alexia, ou melhor, Lexie Thompson, se acostumou com sua realidade de ser colocada em um pedestal, que quase toca os céus, por literalmente todos em sua volta. Mimada desde cedo, ela é uma daquelas meninas patricinhas e populares que normalmente seri...
I thank God every day That I woke up feeling this way And I can't help loving myself And I don't need nobody else, no
If I was you, I'd wanna be me too
— Me Too, Meghan Trainor
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Alexia Hollie Thompson
Estava na hora do lanche.
Outra vantagem de ser sobrinha da diretora:
Meu lanche era espetacular e diferente do de todo mundo. Cada dia era uma coisa mais gostosa que a outra, mas eu pagava minha tia, já que os lanches diferentes eram mais caros e sempre vinham com uma Vogue, algumas comidas maravilhosas e flores!
Minhas amigas tiveram que entra na fila do lanche normal, que estava grande porque chegamos atrasadas hoje, e eu fui em direção à mesa. Sentei na minha cadeira de sempre, desde antes de ir pra Suíça, e pedi pra o moço engravatado botar a comida lá.
Minha solidão logo chegou ao fim quando sentaram ao meu lado.
— E aí, gatinha? — um menino loiro com a camisa de capitão do time de basquete sentou do meu lado. Interessante, eu já tinha ficado com todos os capitães de todos os times do colégio, ele era novato. O garoto era até bonitinho, talvez seja uma boa opção, preciso de um pouco da sua personalidade antes de me decidir.
— Oi... Até onde eu sei, não te conheço. Espero que tenha um bom motivo pra me perturbar — eu disse querendo ver sua reação.
— É Harry. Você é linda, sabia?
— Na verdade, sim.
— Porque não me passa seu número? —ele pediu.
— Você acha que é assim tão fácil? — eu perguntei levantando uma sobrancelha.
— Ah, qual é? — ele sorriu — nós dois sabemos que você quer me ver de novo — e aí está a reposta: convencido demais para meu gosto.
— Eu não posso comer em paz, garoto? — confesso que fui um pouco grossa.
— Eu tenho algo que você pode comer, se quiser — Harry abriu um sorriso malicioso.
Ele não disse isso...
— Cala a boca! — falei franzindo a sobrancelha.
— Só se você me calar — então ele tentou me beijar, me poupe. Dei uma tapa na cara dele — Ai! Qual foi gatinha?
— Não me chama de gatinha! Vai embora antes que eu me estresse mais e passe a ter o desejo de ferrar com sua vida — sorri.