"Todas as paixões nos levam a cometer erros, mas o amor faz-nos cometer os mais ridículos"
Noora não queria homens na sua vida, muito menos William, o fuckboy da escola, mas o mundo dá voltas, muitas voltas.
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Respira, respira e respira.
Sinto todo o meu corpo a escaldar e assim que me tento levantar, várias tonturas me avassalam.
Parece que todo o meu corpo vai explodir em sofrimento e todo o comer parece querer visitar o exterior.
Procuro rapidamente o contacto de William nos contactos e mando-lhe uma mensagem.
"Vem a minha casa, agora."
Puxo as mangas da camisola e prendo o cabelo.
Que ótima altura para ficar doente... Só quero ir ao médico e que ele me receite algum tipo de medicamento para que eu consiga estar apta para fazer os testes.
Encosto-me ao sofá e suspiro profundamente.
Tudo parece estar igual nos últimos tempos. A minha relação com William vai de vento em popa e realmente não me posso queixar das minhas amigas, apesar de Vilde ainda se manter afastada do grupo.
Chris e Eva estão numa relação conturbada, também conhecida como amigos-coloridos.
Ou seja, nada se alterou nos últimos tempos. Demasiado tranquilo.
Uma vontade enorme de vomitar atinge-me e corro até à casa de banho deitando todo o conteúdo do almoço fora.
Que merda.
Lavo rapidamente os dentes e abro a porta, assim que a campainha toca.
"O que se passa?" - William questiona preocupado.
"Não sei, eu acho que estou a ficar doente." - murmuro.
"Então vamos ao médico, busca só um casaco baby." - afirmo incapaz de dizer alguma coisa e caminho em passos lentos até ao cabide.
"Podemos ir." - murmuro.
Felizmente William encarrega-se de tudo e fecha a porta do apartamento, agarrando a minha cintura logo de seguida.
"Eles vão receitar-te algum comprimido e vais ficar bem amor."
Entro no carro e encosto a cabeça à janela, pelo menos está fria.