Após capturarem o sangue de dragão, o grupo seguiu para o próximo objetivo: o jardim de Bastian, onde deveriam pegar uma flor especial. Eles sabiam que o local era protegido por criaturas mágicas, e o perigo poderia ser maior do que imaginavam.
Ao chegarem, avistaram a cidade de Bastian. Entrando nela, notaram que tudo parecia abandonado. As ruas estavam desertas, as casas pareciam vazias há décadas. Não havia movimento, nem sequer um som de vida. Thunder franziu a testa:
Thunder — Cadê as pessoas dessa cidade? Eu não vejo nenhum jardim também. Vamos nos separar para procurar mais rápido.
Petrus — Melhor formarmos duplas. Eu e Tony vamos juntos, e vocês dois fazem o outro grupo.
Tony — Concordo. Segurança em números.
Thunder — Certo, então vamos logo.
Eles se dividiram. Petrus e Tony seguiram para uma grande casa no fim da cidade, que parecia ter um jardim antigo. Ao entrarem, perceberam que o que restava era apenas uma sombra do que antes fora um belo jardim.
Petrus — Será que isso é o jardim?
Tony — Não… isso já foi um jardim. Agora não passa de ruínas.
Petrus — Que desperdício… esse lugar devia ser lindo… cheio de flores.
Tony — Melhor sairmos daqui logo!
Quando se preparavam para sair, ouviram um estrondo pesado, seguido de passos que ecoavam como trovões. Petrus virou-se e viu um Minotauro enorme, de aproximadamente dois metros e meio, segurando um martelo pesado e com grandes chifres, correndo em sua direção.
Petrus — Deixe comigo!
Ele ergueu os braços e invocou sua técnica “Muralha de Rochas”, formando uma barreira de pedra. Mas o Minotauro a destruiu facilmente com uma cabeçada. Petrus não hesitou e transformou seus punhos em rocha, correndo para atacar.
Tony, por sua vez, usou “Paralisação pela Água”, criando uma linha de água que atingiu o corpo do Minotauro, congelando seus movimentos temporariamente. Petrus aproveitou a chance e desferiu um poderoso soco no queixo do monstro, derrubando-o.
Tony — O que foi isso? De onde surgiu esse Minotauro?
Petrus — Não faço ideia… mas olhe ali.
Uma manada de dez Minotauros surgiu ao longe. Sem tempo a perder, eles correram para dentro da casa, e Petrus ergueu novas barreiras na porta para atrasar os monstros. Subiram ao segundo andar, encontrando um quarto abandonado.
Petrus — Olhe… naquela cômoda.
Dentro da cômoda havia um jarro de flores, com apenas uma flor, brilhante e colorida.
Petrus — Acho que essa é a flor do jardim.
Tony — Será que…
Antes que pudesse terminar, a janela se quebrou. Dois elfos invadiram o quarto. Um armado com duas espadas atacou Petrus, enquanto o outro, com um arco, disparou flechas contra Tony.
Petrus bloqueou os ataques com “Punhos Rochosos”, desviando e contra-atacando, enquanto Tony disparava jatos de água com “Pistolas d’Água”, defendendo-se e atingindo os inimigos. O quarto tornou-se um caos de ataques e defesas rápidas.
Quando as flechas do arqueiro acabaram, Petrus e Tony contra-atacaram: Petrus lançou um soco devastador que arremessou o arqueiro pela janela, enquanto Tony disparou uma sequência de jatos d’água que atingiu o espadachim repetidamente.
Olharam pela janela e viram que a manada de Minotauros ainda avançava, acompanhada de mais elfos. Reforços.
Thunder — Vamos ajudar!
Erick invocou “Tornado Crescente”, sugando os Minotauros e elfos em um redemoinho poderoso. Thunder combinou seu ataque “Martelo do Rei Relâmpago” com o tornado de Erick, esmagando os inimigos.
Com isso, Petrus e Tony desceram da casa, carregando a flor no jarro. Ela emanava uma luz suave e colorida, quase sobrenatural. Petrus entregou a flor a Thunder, que a guardou cuidadosamente em um frasco de vidro, junto ao sangue de dragão.
Thunder — Pronto, temos o segundo ingrediente. Falta apenas um… qual era mesmo?
Petrus — Pena de grifo. Vamos ter que voltar à montanha onde acampamos.
Tony — Então vamos logo…
Petrus — CUIDADO!
Uma rajada de energia atingiu Petrus. Sete fadas apareceram, flutuando no ar. Mas algo chamou mais atenção: uma das fadas estava montada em um grifo.
As criaturas eram diferentes de tudo que já tinham visto:
As fadas tinham braços longos demais, membros finos como galhos, e rostos sem olhos, apenas cavidades escuras de onde saía uma luz verde pulsante.
O grifo estava manchado de sangue seco, com penas quebradas, olhos negros e feridos.
Um silêncio perturbador caiu sobre o grupo. O ar parecia vibrar com uma presença maligna.
Thunder — Acho que tiramos a sorte grande… (risos nervosos) Vamos acabar com isso.
Erick — Dois coelhos com uma cajadada só.
Petrus — Coincidência ou não… vamos acabar com isso.
O grifo soltou um grito ensurdecedor, as asas batendo violentamente, levantando uma tempestade de poeira e folhas secas. As fadas desceram em círculo, começando a cantar um lamento que atravessava a mente deles.
Imagens começaram a aparecer:
Thunder viu Dante perfurando seu peito.
Petrus viu cidades soterradas por suas próprias muralhas.
Tony viu pessoas se afogando, puxadas por mãos invisíveis.
Erick viu o céu se rasgando em ventos negros, enquanto gritos ecoavam de todos os lados.
Petrus — Não… parem… saiam da minha cabeça!
Thunder concentrou-se, criando relâmpagos em seu corpo.
Thunder — Se dói, eu destruo!
O choque elétrico percorreu o solo e subiu pelas fadas, queimando suas asas de dentro para fora. Elas gritaram, mas não morreram imediatamente. Tornaram-se sombras contorcidas no chão. O grifo ferido tentou fugir, mas Thunder o atingiu com “Lâmina do Trovão Celestial”, arrancando uma pena intacta de sua asa.
Thunder — Acabou.
O grupo se recompôs, respirando pesadamente. O jardim de Bastian, ou o que restava dele, parecia amaldiçoado, e enquanto eles se afastavam, ao longe, do chão onde antes havia flores, algo se mexeu… e abriu os olhos, observando cada passo deles.
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Olhos de fogo
مغامرةHistoria de um "humano" chamado Tetsu e de um herói chamado Thunder, eles dois e seus amigos iram partir em uma grande aventura, que acontecerá grandes batalhas e perdas dolorosas.(Ipunker- capas chavosas )
