Capítulo 51

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A noite foi maravilhosa para os dois, logo no outro dia de manhã, Maria Joaquina acordou e ficou olhando para o Cirilo.

_ eu te amo!

Deu um beijo em no rosto de Cirilo, assim levantou-se, colocando sua roupa e indo ao seu quarto. Ela foi direto para o banheiro e escovando os dentes lembrou da conversa que teve com as meninas, de ir terminar tudo com Cirilo, por conta do seu trabalho.

_ droga! Essa noite tinha que acontecer, agora estou me sentindo tão mal.

Maria Joaquina ligou o chuveiro e entrou, deixando as lágrimas caírem, junto com a água.

Enquanto isso.

Cirilo se despertava e reparou que Maria Joaquina não estava ao seu lado, levantou-se procurando ela.

_ Maria Joaquina! Maria Joaquina!

Ele foi andando pela casa, até que viu Joana na sala de jantar.

_ bom dia, Joana!

_ bom dia, Cirilo!

_ você viu a Maria Joaquina?

_ deve está no quarto dela.

_ obrigado!

Ele foi em direção ao quarto da mesma, viu que a porta do estava aberta e entrou, quando ia bater na porta do banheiro, Maria Joaquina abriu a porta.

_ ai que ódio, Cirilo!

Ela falou com o susto que levou e ele deu um pequeno sorriso.

_ desculpa, vim ver como você estava.

_ não sabe bater na porta?

_ estava aberta.

_ hum!

Ela cruzou os braços e Cirilo se aproximou da mesma.

_ dormiu bem?

Ele lançou os braços em volta dela e Maria Joaquina respondeu.

_ sim.

Os dois se beijaram e Cirilo falou.

_ você fica linda assim.

_ tarado!

_ vou deixar você se trocar, estarei na sala te esperando pra tomarmos café.

_ ok.

Maria Joaquina ficou pensativa, mas logo se arrumou e foi tomar café. Ela se sentou no outro lado da mesa e Cirilo perguntou.

_ o que pensa fazer hoje?

_ não sei.

_ minha mãe chamou pra a gente, para que fossemos almoçar na casa dela.

_ pode ser.

_ vou confirmar a nossa presença.

_ ok.

Foi um café da manhã bem animado, com conversas aleatórias e assim que acabaram ficaram vendo televisão juntos. Maria Joaquina não para de lhe olhar e se sentir incomodada, pois sabia que tudo isso poderia ser injusto com ele e iria machucá-lo.

_ Cirilo!

_ oi, amor!

_ que?

_ desculpa! Mas você é o meu amor.

_ hum!

_ o que desejas?

_ dizer: que eu também te amo!

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