O garoto que eu amava

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Fiz o que ele disse e quando acordei já eram 21h, olhei em volta, aquele era meu quarto de infância, e nada havia mudado, tudo estava exatamente como eu havia deixado.

Foram tantas noites sonhando com Arthur neste mesmo quarto, e ele nem imaginava isso.

Fui até uma das gavetas da cômoda e olhei embaixo das roupas, lá estava, meu tesouro de adolescência. A única vez que cometi um crime na vida, foi para conseguir isso.

 A única vez que cometi um crime na vida, foi para conseguir isso

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Uma foto de Arthur.

- Ah papai, o senhor sabia não é? sabia que eu era apaixonada por ele, mas porque foi contratá-lo como seu advogado? Qual foi o motivo? Bom acho que vou acabar descobrindo.

Guardei meu tesouro no mesmo lugar, e após escovar os dentes e colocar uma roupa confortável, desci as escadas e encontrei Arthur sentado na sala , fiquei em silêncio por alguns instantes apenas admirando-o.

Droga, ele ainda me causa borboletas no estômago, foram anos para deixar de gostar dele, não vou cair nessa outra vez.

- Acordou...

- Sim.

- Conseguiu descansar?

- Sim, a muito tempo não descansava tanto.

- Sei o que quer dizer, senti a mesma coisa quando voltei para casa, "Não há lugar como o nosso lar".

- Não sabia que você tinha voltado.

- Fazem dois anos que voltei, minha mãe ficou doente - ele respirou fundo - precisava de mim.

- Como ela está?

- Ela faleceu.

- Sinto muito, eu não sabia

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- Sinto muito, eu não sabia.

- Tudo bem, você está com fome? Quer comer alguma coisa antes de seguirmos para o testamento?

- Não, estou bem.

- Podemos começar?

- Vamos lá!

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