Tracy está voltando para casa, porém não é um momento feliz, ela acaba de perder seu pai e fica surpresa ao descobrir que seu amor de infância e adolescência era o advogado dele.
Um testamento, antigos mal entendidos e uma série de encontros... prep...
- Connor - ela correu e o abraçou, e finalmente Connor deixou as lágrimas saírem.
- Você está aqui...
- Eu sempre vou estar.
- Eu os perdi, Grace. Eu os perdi!
- Eu sei, minha vida.
- Eu perdi os dois, agora estou sozinho.
- Não está não, olha pra mim - ela segurou o rosto de Connor com as duas mãos - você não está, e nem nunca ficará sozinho, eu sempre vou estar com você.
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Grace voltou a abraçá-lo, era nítido o sentimento entre os dois, quase era possível tocar. Grace sussurrava palavras no ouvido de Connor, algo que apenas os dois ouviam, e aos poucos ele foi se acalmando.
- Você está de carro?
- Sim.
- Vamos para casa, eu dirijo.
- Eu preciso cuidar...
- Não se preocupe, eu cuido de tudo. Vai indo para o carro, eu já te encontro.
- Tudo bem - só então Connor pareceu notar minha presença e dos gêmeos - Vocês estão aqui.
- Sim - Arthur o abraçou.
- Obrigado por terem vindo.
Em seguida Connor saiu.
- Oi, baby - Arthur disse abraçando a outra - como você está?
- Bem, e vocês? - Grace respondeu abraçando Dylan em seguida.
- Grace, essa é Tracy, se lembra dela?
- Claro, é bom revê-la.
- Eu digo o mesmo - respondi apertando a mão que Grace me estendia.
- Eu liguei para a funerária Saint Paul, eles vão se encarregar... - ela respirou fundo - os Bryant queriam ser cremados...
- Vou cuidar disso - Arthur falou.
- Eu já resolvi todos os detalhes, só preciso que resolvam a liberação dos corpos.
- Não se preocupe, querida - Dylan falou - só cuide do Connor, ele vai precisar de você.