Um ponto final entre eu e Carol

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Catarina pov

Levamos o corpo dela para o quarto do Noir e amarramos numa cadeira até esperar ela acordar, coisa que poderia demorar um pouco mas em pouco tempo ela já acorda e se vê assustada vendo todas as meninas e aquele quarto estranho e começa a simplesmente olhar assustada para os lados.

- Tem alguma pergunta a fazer? Faça quantas quiser, não te darei o beneficio da duvida. - Disse sentada no chão, olhando no fundo dos seus olhos cor de mel.

- O que você quer de mim? O que fez comigo? O QUE VOCÊ GANHA COM ISSO?!

- Calma garota, ta nervosa? Quer uma água? posso te oferecer água, gasolina, fogo....

- ME SOLTA DAQUI SUA PSICOPATA - Disse Carol aos prantos, tentando se soltar da cadeira amarrada.

- Se acalma garota, é bom que você reflete um pouco - Disse Kira, se levantando.

- Não adianta gritar agora, essa sala é a prova de som, não sei se você percebeu - Disse Nise, em seu tom mais sombrio e assustador que já vira.

- O QUE VOCÊS QUEREM DE MIM? 

- Que tipo de arma é bom pra matar puta, Nise? - Perguntou Kira

- Puta é bom matar na porrada, não é Helena?

- Mas eu acho que uma facada as vezes é bom, não é Catarina?

- Me deixem sozinhas com ela, vocês vão poder ver o show de horrores em algum buraco do quarto 

Finalmente, depois de anos de sofrimento, cicatrizes fisicas e emocionais, sentimentos jogados no lixo eu finalmente vou poder me vingar e claro, vou fazer isso de forma triunfal e de que seja lenta e dolorosa...

- O que você vai fazer comigo? - Disse Carol desesperada, eu sentia o medo em seus olhos.

- Nada que você nunca tenha feito comigo..- Disse rindo em seguida.

Carol me olha com uma cara de desespero, quase chorando implorando para deixá-la sair e que nunca mais mexeria comigo e que seriamos um casal maravilhoso como quando começamos e que tudo voltaria a ser como antes...

- Para você sair daqui e não calar a boca e ainda por cima me ameaçar e me colocar de volta naquele maldito hospital? Não mesmo, Já me cansei de suas promessas vazias - Disse enquanto pegava um isqueiro para acender um cigarro enquanto olhava para as variedades de armas que tinha naquele quarto.

- Não sabia que você fumava dona Catarina..

- Fumo as vezes, isso é problema seu?E Isso é pela marca da mão - Disse apagando o cigarro na pele dela, deixando uma marca na pele, ela berrou um pouco e até tentou bater na minha cara, coisa que ela com certeza se arrependeria.

Pego uma das pistolas amarradas na parede e aponto ela em sua cabeça e Carol começa a chorar.

- Tem alguma coisa pra falar antes de morrer? E bom que seja rápida

- Eu te amo e vou morrer te amando-Disse Carol em prantos. 

- Conte-me outra piada, essa foi meio ruim - Disse enquanto recarregava a pistola.

- Helena é sua nova namoradinha, não é, vadiazinha? 

- Já deixei você falar demais por hoje, tenha um bom passeio no inferno que é o seu lugar..- Disse atirando na cabeça dela várias vezes e depois de terminado, as meninas entram no quarto comemorando.

- Você é demaaais- Disse Helena correndo e vindo me abraçar.

- Você fez um bom trabalho removendo esse verme da terra - Disse Nise olhando para o cadáver de Carol. 

- Onde que vai queimar o corpo dela pra se livrar desse lixo?

- Depois veremos isso direito, precisamos de um plano para ver como acabaremos com James, que acabou de pagar fiança e tá solto - Disse Nise com nojo em sua voz

- Pera, ele tá solto? - Perguntou Helena - Depois de todas as alegações provando que ele não só agrediu-lá, que ele também era um maldito estuprador e que nunca deveria ter saído da Cadeia.

- Ainda hoje iremos para a casa de Diana falar com ela sobre isso, mas antes, vou dar um jeito com o corpo de Carol e é melhor vocês me ajudarem - Disse Nise, rispida - O corpo de Carol é muito pesado para uma garota de 1,55 como eu.

Jogamos ela dentro de um barril cheio de gasolina e colocamos no quintal e como a ''assassina'' de Carol, joguei o isqueiro em direção ao barril que pegou fogo e explodiu(tinha algumas coisas explosivas dentro), fazendo um efeito de cores lindo e ao mesmo tempo assustador.

Tenha um bom passeio no inferno, vadia.

Paciente N°78880Histórias para pegar e não largar. Descubra agora