Merda, Park Jimin

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– E então? O que você me diz? Você aceita? — Taehyung se mantinha ajoelhado.

– Claro que aceito meu amor — Me ajoelhei em sua frente vendo Taehyung dar o sorriso mais lindo do mundo.

Ele tirou a aliança da caixinha e colocou em meu dedo. Fiz o mesmo colocando no seu. Olhei para ele e selamos nossos lábios em um beijo calmo. Eu aprendi a gostar de Taehyung e eu realmente queria que nada desse errado.

– Eu estou tão feliz... e estou com tanto medo — Ele abaixou a cabeça onde ergui seu rosto sorrindo para ele.

– Sei que tivemos nossos corações partidos, mas vamos fazer dar certo, nós vamos dar certo — Tae sorriu me beijando novamente.

Caímos então no chão se beijando. Como dois bobos.


[...]

Eu passei o dia inteiro olhando a aliança em meu dedo. Sorria feito boba.

Sobre ir morar com ele, disse que precisava de um tempo, para minha mãe voltar a ficar bem e ele entendeu. Eu iria fazer de tudo para dar certo com Taehyung.

– Em que mundo você está hoje? — Levei um susto ao ver Sehun em minha frente.

– Ah, você ama me dar susto, puta merda — Ele riu e eu o empurrei — Eu tenho um ótimo motivo para estar sorrindo — Falo mostrando a mão com o anel de compromisso.

– Você desencalhou? Caralho que milagre — Ele riu e eu o estapeei — Eu estou brincando pingo de gente. Felicidades — Ele bagunçou meu cabelo — Agora volta a realidade e vai atender aquela mesa — Ele sorriu de lado e eu compreendi indo fazer meu serviço.

[...]

Um pouco antes do expediente acabar, recebi uma ligação de Taehyung dizendo que não poderia me buscar, pois seu pai havia passado mal e ele teria que acompanhá-lo ao pronto socorro. Eu entendi e Tae me fez jurar que avisaria quando chegasse em casa.

Quando o expediente acabou ao invés de ir a pé, decidi ir de ônibus. Mesmo que minha casa ficasse 30 minutos do serviço, eu preferia ir de ônibus que é mais seguro, não me importo se irei levar mais tempo. Isso me faz lembrar que Jimin me levava em casa às vezes que sentia medo de ir sozinha, e me entristece saber que possivelmente não iremos voltar a ser como antes.

O ponto de ônibus estava vazio até um homem chegar e ficar perto de mim. Toda hora que eu ia para o lado, ele se aproximava. Eu apertei a bolsa, estava começando a ficar com medo.

– Está sozinha mocinha? — Ele perguntou, porém não respondi — Não sabe falar? Perguntei se está sozinha.

Eu permaneci calada com a cabeça abaixada. Senti medo, raiva, saber que mulheres e meninas não podem ter um minuto de paz sem ser assediada.

– Ei delicia, não se faz de difícil. Desse jeito vou ter que ir aí — Ele disse se aproximando.

Dei um passo para trás assustada até sentir meu corpo bater em alguém e braços fortes me rodearem.

– Ela não está sozinha. Poderia deixar minha namorada em paz? — Eu gelei apertando as mãos. O homem se afastou e meu corpo foi virado. Ergui o rosto vendo que era Jimin. O mesmo estava sério, mas então esboçou um sorriso para mim — Desculpe a demora meu amor, tivemos um problema ao fechar — Ele sorriu novamente me trazendo para perto em um abraço confortável — Hoje vou te levar até em casa, ok? — Com a cabeça em seu peito deixei uma lágrima cair concordando , eu estava assustada — Esta tudo bem, eu estou aqui — Ele falou baixo para apenas eu ouvir.

DROGA, TRANSEI COM MEU AMIGO Histórias para pegar e não largar. Descubra agora