14. Paixão

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A música usada nesse capitulo está aqui na mídia e é a coisa mais fofa do mundo, trouxe ela para vocês verem o nosso lindo Tom Felton cantando.

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Entrar naquele lugar me trouxe lembranças ruins, olhar o chão negro aonde um dia eu estive caída, humilhada e torturada, fisicamente eu nunca senti tanta dor como naquele dia. Draco percebeu como fiquei estática parada olhando para o chão, enquanto ele já estava a alguns passos a frente.

—Olha desculpe, eu não queria te fazer reviver aquilo, é que e...

—Tá tudo bem – fui andando até ele, e segurei sua mão – É passado, ok?

Ele balançou a cabeça e me conduziu escada a cima, subindo o segundo lance da escada ouvimos um barulho um pouco acima de nós, mas Draco disse que poderia ser só os moveis que estavam ali a muito tempo sem uso, mesmo que tenha parecido barulho de algo caindo preferi ignorar e continua-lo seguindo, depois de subir 4 lances chegamos a uma porta assim como toda casa preta com detalhes pratas e depois de algumas tentativas sem sucesso de abrir a mesma que estava trancada, Draco lançou um " alohomora" e ela se destrancou revelando ao que parecia ser uma biblioteca com um grande piano no centro e um estofado grande próximo a janela.

Draco entrou e eu o segui, era incrivelmente lindo aquele lugar, sou suspeita já que era uma biblioteca, mas ninguém podia negar que era linda, comecei a sair de perto de Draco e fui olhar os livros passando os dedos sobre eles e ficando cada vez mais admirada, quando me virei vi Draco sentado no piano dedilhando algumas teclas e sorrindo

—Sabia que você ia gostar daqui, apesar desse lugar ser mais a sua cara do que a minha – falou virando o rosto para mim – Aqui sempre foi o meu lugar de paz.

—Você sabe tocar? – falei mirando seus dedos no piano- Aqui é perfeito Draco.

—Sei aprendi desde muito pequeno com minha mãe, ela dizia que um homem que sabe tocar piano, é um lorde conquistador – ele riu das próprias palavras – Pelo menos essa família me ensinou algo que preste.

—Sei que mesmo sem eles você seria um grande musico, se aprendeu tão bem é porque já estava dentro de você, eles só te mostraram o caminho a seguir, e qualquer outra pessoa poderia fazer isso.

—Você é incrível Hermione – ele me deu um selinho singelo, sem maldade – Não sei por que eu fui tão escroto com você antes sabe, te ofendi humilhei, sem nem ao menos te conhece.

—Ei calma, já foi, já foi, não há mais o que se possa fazer, você se arrependeu e isso que importa  – ele sorriu – Toca uma música pra mim?

Então as notas ganharam vida e ele começou não só a tocar mas a cantar também e por Deus, sua voz era tão doce e linda que eu poderia morar em sua voz, foram minutos e mais minutos em que eu me derreti ouvido o toque melódico do piano e a sua voz doce. Quando infelizmente a música acabou eu estava completamente perdida em seu semblante calmo e feliz.

—Draco que perfeito, é.. é tao lindo.. Eu nuca ouvi essa música antes, e você canta e toque tão bem.

—Foi eu que fiz ela, compus metade dela no natal na sua casa.

—Você é perfeito.

—Jamais. Vem.

Ele me levou até o estofado nos sentamos e ele me puxou para que eu chegasse mais perto.

—Mione – olhei para ele – Tudo bem se não quiser, mas deixa eu ver seu braço?

Eu sabia sobre o que ele queria dizer, era sobre a marca que a Bellatrix tinha deixado no meu braço quando me torturou aqui, a marca já não estava mais vermelha como antes, mas ainda estavam lá, para me mostrar o que eu era.

—Tudo bem – disse calma tirando o casaco que me cobria, mostrando para ele o braço aonde estava marcado as letras que formam " Sangue Ruim " – Você viu quando aconteceu?

—De longe quando eu não quis dizer se era o Potter eles me afastaram mas eu consegui ver, Hermione eu chorei, doeu ver o que ela fez  com você, eu quis para-la mas não podia, os seus gritos de dor, misturado com o do Weasley de desespero no porão me agonizavam – ele parou por um segundo e engoliu em seco – Por mais que na base do ódio, crescemos juntos, vê minha tia fazer aquilo acabou comigo – ele soluçou com algumas lágrimas – Eu não queria que nada disso tivesse acontecido.

Ele acariciava meu braço como se aquilo fosse fosse fazer sumir.

—Você não podia fazer nada, a função deles era fazer mal a nós, e Draco você tem noção? – ele parou de mexer meu braço e me olhou – Com toda a pressão deles em cima de você, nem sequer contou a eles que era o Harry e você sabia que era ele, mas mesmo assim mentiu na presença de vários comensais, você poderia morrer se não falasse, mas mesmo assim não o fez você já estava mudando mesmo antes de tudo acabar. Quando você desarmou Dumbledore e não teve coragem de mata-lo você provou que não queria aquilo pra si.

— Você me faz parecer menos um monstro.

—Você não é um monstro.

Ele riu e me abraçou, em pouco tempo estamos nos beijando, ele colocou minhas pernas em cima da sua para que pudesse ficar mais fácil segurar minha cintura, era tão bom sentir sua mão forte me apertando, me causava um misto de sensações dentro e fora do meu corpo, mas tudo mudou quando ele afastou nossos lábios e disse.

—Eu estou apaixonado por você Granger.

Meu coração vacilou, fiquei completamente sem reação, não que eu também não gostasse desse dele, mas era tudo muito confuso para mim, e muitas vezes e perguntei o que estava acontecendo entre a gente, e agora tão de repente ele tirou minha duvida.

—Eu também, eu também estou apaixonada por você Malfoy.

Nos beijamos de novo com um pouco mais de vontade, muita vontade, só que dessa vez ambos sabíamos o sentimento do outro, ele me puxou para que eu sentasse em seu colo, e eu só queria morar em seus braços, a posição de estar em seu colo ainda era diferente para mim, mas sendo com ele era tão bom que eu não me importava com minha timidez. Aos poucos suas mãos chegaram na barra do meu vestido, e não é como se ele não tivesse feito isso antes, mas ainda sim minha respiração vacilou por alguns segundos, ele levantou meu vestido até a altura de meu ventre e foi acariciando e apertando minha pele com malícia e força me deixando louca e querendo mais o seu toque. Deixei que meus dedos corressem por de baixo de sua blusa social que agora não tinha mais o paletó já que havia o irado assim que entramos na sala, o que facilitava ainda mais os movimentos de ambos. Draco soltou um riso silencioso ainda com seus lábios junto aos meus quando minhas unhas arranharam seu peitoral, e em respostas ao meu ato, ele me deitou no lugar aonde estávamos vindo de maneira leve por cima de mim. E ali ficamos nos beijando de maneira inesquecível, até o ar faltar e cessarmos os beijos com selinho e ele deitar ao meu lado puxando para que eu o abraçasse, e ali aonde eu estava agora, em seus braços, era o melhor lugar do mundo.

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Meus leitores lindos, trouxe outro capitulo hoje como um extra porque queria deixar vocês com coração quentinho com essas cenas fofas entre Draco e Hermione, fiz com muito carinho para vocês, não esqueçam de votar para eu saber que estão gostando e continuar a produção da da história, comentem também o que estão achando pra deixar a tia feliz, amo vocês.

MAL FEITO, FEITO!

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