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"Ela é filha do fogo..
Primeiro ela te queima, depois ela te beija, e é assim que você morre amor. É quem carrega o verão nos fios de cabelo, é quem recebeu o beijo do sol, é alma que transborda luz."
Já se perdeu algumas vezes no caminho, mas q...
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— E aí, tá tudo bem? — Stella questionava para a Dra. Flávia.
— Sim, tá tudo ótimo.. — ela suspirou. — A sua barriga pelo visto vai demorar um pouquinho pra crescer, no mais está tudo perfeito.
— Por outro lado, meus peitos estão enormes. — ela soltou um riso, se queixando.
— Isso é normal, mas se prepara, porquê eles podem crescer bem mais até o final da gravidez.
— E quando vai dar pra saber o sexo? — exclamei de imediato.
— Já dá pra saber pelo exame de sexagem fetal. Tão pensando em fazer?
Nos entreolhamos meio receosos.
— N-não, na verdade ainda não. Sei lá, acho que não tô preparada pra saber ainda, preciso estar mais calma..— ela respirou fundo.
— Tem razão, acho que a gente vai esperar mais um pouco.. tem tanta coisa acontecendo, do jeito que a Stella é, capaz de enlouquecer se souber agora.. — estiquei os braços e peguei em suas mãos, ela rolou os olhos e abriu um sorriso de canto.
— Tudo bem, como quiserem. Sei bem como fica a ansiedade dos pais nessas horas, mas eu quero que fiquem tranquilos..— sorriu simpática.— No quinto mês veremos o sexo então, combinado?
— Sim, combinado. Bom.. e quanto aquilo que eu te pedi pelo WhatsApp, Flavinha? — Stella falou manhosa e eu franzi o cenho. — Diz pra mim que vai rolar!
— Aquilo o quê? — entrei no meio.
— Ah.. só você mesmo Stella. Ela implorou para que eu a liberasse pra tomar uma taça de vinho no dia do casamento de vocês.
— Por favor, você me disse que iria pensar com carinho e ver se estava tudo bem com o baby. E ele tá ótimo aqui dentro, viu?
— É, talvez não tenha problema ela tomar um vinho. A Stella sem bebida alcoólica é chata às vezes..— brinquei e elas riram.
— Tudo bem, pode tomar. Mas apenas uma taça viu, mocinha? Nada de se embebedar demais!— ordenou e ela assentiu.
— Aí obrigada. Já estava ficando em abstinência pela falta do álcool! — respirou aliviada e soltei um riso balançando a cabeça.
(...)
Os nossos dias estão mais corridos que o normal, e nem adianta eu querer fingir que eu não tô com ansiedade. Eu tô ansioso. Pra caralho.