Capitulo 11

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Maria deu sorriso sedutor. Estava há dias sem ter relações com o marido. Estava desesperada para estar com ele. Sentiu um líquido baixando por entre as pernas, estava excitada só em vê - lo com aquele  olhar penetrante e a inconfundível ereção apontada por baixo do jaleco.

M: ( livrando - se dos lençóis )então revise - me o quanto antes.

E: ( sentando ao lado dela na cama ) Comece dizendo os sintomas que sente .

M: ( incorporou - se um pouco na cama sentando bem juntinho dele ) Sinto um calor insuportável, um fogo que sobe por aqui ( mostrando com as mãos passeando pelas coxas e subiu aos cabelos ) e uma dor que não aguento mais ( subindo em cima dele ) eu não quero jogar Estêvão ( respirando agitada ) quero que me faça sua agora. Exigo. Imploro.

E: Mas e seu médico amor ? Pensei com tanto carinho...

M: ( beijando a orelha dele ) pometo que outra hora  eu realizo essa sua fantasia com o maior prazer. Agora me ame, meu amor. Por favor.

Levantou os braços e Estêvão subiu  a camisola , tirando- a por completo. Ele também estava desesperado para sentir sua esposa. Outra  ocasião iriam mais devagar e com calma, agora ambos só queriam tirar esse atraso.

Ainda sentados , Estêvão devorava Maria numa orgia de beijos. Começava pelo pescoço e descia para os seios. Ela pendia a cabeça para trás e segurava firme a cabeleira de Estêvão pressionando- a forte contra os seios. Estavam maiores e mais sensíveis e cada chupada de Estêvão a levava ao paraíso, gemia descontroladamente.

Ele a deitou na cama e ficou de pé entre as pernas dela, tirou o jaleco ficando como veio ao mundo.
Passou a mão por sob a calcinha e deu um grunhido ao sentir a umidade evidente da excitação dela. De um  puxão, tirou a lingerie. Pegou- a pelas pernas e a puxou para si e assim mesmo de pé e ela deitada, a penetrou forte de uma só investida bem fundo. Maria gritou. Ele parou imediatamente pensando que  havia machucado.

M: ( delirando de desejo ) oh... não pare .... Estêvãoooo aaaahhhh

Ela sentou agarrando -se aos ombros deles.

M: Não me deixe ....

E: pensei que tivesse te machucado. Mas deixar você nunca...

Maria fechou os olhos , maravilhando -se com a nova penetração. Outra vez um recuo , seguido de nova intrusao . E de novo, de novo , de novo! Rodeando com os braços aqueles ombros largos , agarrou -o como se disso dependesse sua propria vida, acompanhando -o pela selvagem escalada do prazer. O suor de ambos se misturavam , tornando escorregadias as peles  e colando -as ainda mais. Maria não entendia a ardente e desesperadora ânsia no mais íntimo de seu corpo , mas quando Estêvão deslisou uma das mãos entre os respectivos ventres  e pos- se a acariciar - lhe o centro maximo do prazer que Maria estava experimentando , ela explodiu num orgasmo delirante .
Ouvindo -lhe os gritos, Estêvão a penetrou mais fundo. E então, não conseguiu segurar -se mais. Com todos os músculos tensos pelo esforço, atingiu por sua vez o clímax. Em seguida, desabou sobre Maria, saciado.

Maria não se importou com o peso. Ele não a esmagava. Ao contrário, parecia a coisa mais certa do mundo.
Erguendo a cabeça , Estêvão a beijou. Só então tomou consciência de quanto seu peso devia estar a machuca- la , rolou de costas , trazendo- a consigo e colocando- a sobre si.
Sastifeita , Maria deitou a cabeça no peito largo do marido , brincando com os pêlos que revestiam aquele tórax encantador.
Depois, Estêvão abraçou- a pela cintura apertando-a de encontro a si. Maria era tão perfeita, no tamanho e na forma. Deus havia feito exatamente para ele.
E então recomeçaram com a plena e fogosa colaboração dela, que sentada sobre ele tomou conta da situação.

Tempo depois, Maria deslisou para fora da cama. Estêvão a observava ,ainda deitado , com a mão no peito recuperando o fôlego do intenso momento vivido a poucos minutos.

E: Necessitamos um banho sra San Roman.

M: sim, mas não juntos. Ou sairemos com o mesmo cheiro de sexo que estamos exalando agora.

E foi para o banheiro.
A água escorria pelo corpo dela quando sentiu as mãos fortes do marido em sua cintura por trás.

M: ( sentindo os lábios del pelo pescoço ) Estêvão, naooooo... Temos que ir trabalhar.

E: ( apertando um dos mamilos de Maria ) somos os chefes. Podemos chegar a hora que quisermos .

Empurrou-a contra a parede, virando -a de frente para ele.

E: a pouco você estava desesperada ... acabou o desejo? ( provocando- a enquanto levantava as pernas dela ).

M: ( segurando com firmeza o rosto dele ) Cala boca Estêvão, faça -me sua de novo!!!

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Mais tarde na mesa de café, Alba explodia de raiva por dentro. Não suportava a felicidade de Maria. Desde que os meninos descobriram a verdade, tratavam a mãe como uma rainha. Passavam mais tempo juntos com ela e desprezavam a tia.

Alba pensando " Sua hora chegou Maria, não passa de hoje. Hoje você perde  o marido, família , os filhos,, tudo maldita. "

Levantou- se mal humorada sem dirigir a palavra à ninguém  e saiu.

*Quarto de Hotel *

Alba estava à espera de Fabiola. Tinham combinado de se encontrar nesse lugar.
A campainha toca.
Alba abre a porta.

A: Até que enfim ... Pensei que não viesse mais . Eu não posso ficar a minha vida inteira esperando por sua boa vontade.

F: ( entrando ) Nossa, Alba! Você precisa de um homem urgente.

A: Não se preocupe querida, logo terei o meu, muito em breve.

F: Ah, não me diga que se refere ao Estêvão ??? De novo ? Acha mesmo que ele vai querer uma velha com as tetas caída? Poupe - me porfavor...

A: ( fora de si) Já chega!!! Estou farta de suas ironias, sua estúpida, desgraçada, imbecil... O Estêvão é só meu. MEU, entendeu ?

E deu um tapa bem forte em Fabiola, jogando-a contra uma mesinha onde bateu a cabeça e desmaiou.

Continua...

Atrevidos (Concluida)Onde histórias criam vida. Descubra agora