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- Mariano larga essa merda! Vou pegar minha faca e perfurar tua barriga.
- Que amorosa, Ritinha. Agora me dá o que deve.
O mesmo ria enquanto segurava no alto minha bolsa, já que não alcanço, ele está em vantagem. Meu meio irmão colocou a bolsa numa estante e eu não tinha nenhum banquinho para subir ali e pegá-la.
escroto.
Comecei a bater no homem até que a porta do enorme quarto se abre, paro imediatamente, porquê se for um dos meus pais estou ferrada. Mas quem passa por ela é Dexter, o mesmo se encosta no batente da porta e cruza os braços. Muito bem vestido, mesmo sem o terno que acho ele maravilhoso, com uma calça jeans preta e uma camisa de manga cumprida preta com duas listras grandes branca, eu amei essa blusa.
- Vejo que está pronta para viagem. E Mariano sempre tão divertido.
Dexter proferiu e eu soltei o ar pela boca que nem percebi que havia prendido, Mariano sorriu e passou a mão por seus cabelos ondulados, os colocando para trás. Apontei para estante com a mão direita e a esquerda coloquei na cintura indignada e com cara de raiva.
- Pode pegar, princesa? Vocês dois tem a mesma altura.
Dexter ri e vai até a estante pegando a bolsa e jogando em mim, agradeci pela forma gentil de me entregar a bolsa e por pegá-la. Coloquei a última coisa que faltava, uma faca dentro da bolsa e pendurei em meu ombro a alça, a mesma fica até minha cintura, facilitando de pegar as coisas nela.
- Boa viagem ao casal. Eu e Nicholas estaremos torcendo para que não se matem e voltem vivos.
- Mariano, quando tu vai visitar tua mãe e ficar longe de mim, em?
Mariano nunca mais visitou a mãe dele por briga boba. E que homem orgulhoso, não baixa a guarda para mandar um "oi, tudo bem?" Ou ver se a mulher pelo menos está viva.
Odeio ela pelo simples fato dela já querer matar minha mãe, mas enfim, não vem ao caso.
Meu irmão sorriu e saiu do quarto deixando a porta cinza aberta. Olhei para Dexter, ele está olhando alguns vinhos meus na estante onde estava a bolsa anteriormente. Admirava como se fosse uma obra de arte, e realmente é.
- Vamos levar um?
Ele me olha e aponta para os vinhos. Neguei rapidamente e comecei a andar até a porta.
- Não, agora se afasta da minha linda penteadeira, deixa o vinho no lugar que encontrou e vamos logo.
Suas sobrancelhas levantaram rápido e sua boca contorceu, numa incrível careta que se não fosse ele mexendo nas minhas coisas, eu ria. Saí do quarto e desci os grandes degraus. Dexter chegou atrás de mim e cruzou os braços olhando para os homens a nossa frente, uns ao lado dos outros.