Capitulo 26

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Fernando Narrando.

Assim que a Maiara colocar o pé dentro daquela festa passei a observa tudo inclusive a roupa dela, eu vou matar a Maiara e o Paloni que não convence a Maiara de nada, fiquei em outro camarote com alguns consumidores importantes da minha "empresa" mais meus olhos não saia de uma baixinha nem por um minuto, vir alguns homens olhando pra ela e quer saber deu vontade de matar de longe, fico ali com meu ódio incubado, até ver o Sorocaba chegar perto dela e depois ela dar pitu nos dois e sair pra pista de dança, o mulher viu, mais ela deve esta irritada desde de quando chegamos aqui eu não dei a atenção que ela merecia, isso me deixa triste por ver ela com raiva de mim, o Paloni vai atrás dela e trás ela pro camorote.

Sorocaba: Estão chamando vc Fernandinho, eles querem mais, vc tem ai.

Fernando: Tenho sim. Vou em direção a tal sala, e mostro alguns drogas aos novos consumidores, mostro uma droga que chama doce que quanto mais vc coloca na boca com algo doce, mais vc tem a sensação de alucinação, vejo que esqueci com o Paloni e o êxtase e mando uma mensagem pra ele subir e me entregar, com minutos depois ele entra na sala.

Paloni: Ta aqui Fernandinho, sua bela não é mais bela agora é fera.

Fernando: Fera estou por vc deixar ela vim daquele jeito, vc é meio idiota né, mais não julgo ela me coloca no bolsa valha vc. Começamos a rir.

Paloni:Pois é eu falei mais ela bateu o pé e disse que não tirava, quanta mulher linda aqui, ta melhor que a propria festa. Ele fica ali conversando com uma garota, e acabo esquecendo de um furacão ruivo que esta la fora. Estava apresentando a droga as fornecedores quando um pessoinha que não tem nem tamanho invandi a sala, mais quando ela olha e ver varias mulheres bonitas, mais eu só tinha olhos pra ela, ela não diz nada apenas balança a cabeça e se vai, a Paloni me olha assustado e faço sinal com a cabeça pra ele ir atrás dela, fico ali com meu coração na mão, falando com os clientes mais meus pensamentos nela, o Paloni entrar na sala em vem em minha direção.

Paloni: Ela ta dançando até o chão, e diz que não vai parar, pois não lhe deve nada nem muito menos respeito.

Fernando : Filha da pulta.. Se vira ai. Jogo as coisas em cima dele e saio em direção ao salão eu a procuro mais não a vejo vou em alguns dos camarotes e de longe vejo o cara tentado beijar ela, ela se afastava desesperadamente, sem pensar duas vezes tiro minha pistola da cintura e vou em direção a eles.

Fernando: Solta ela... Ela me olha assustada com olhos cheios de lágrimas.

Xxx: Eu vou comprar ela, ela muito gostosa e concerteza não é daqui é importada do Brasil. Ele pega na cintura dela. Eu puxo o braço dela e ele segura.

Fernando: Solta ela filho da pulta.
Falo gritando.

Xxx: Vem me fazer soltar eu vir primeiro.. Ele fala debochando de mim.

Fernando: Só se for agora vagabundo de quinta. Puxo ela de vez pra cima de mim e disparo três vezes contra ele, O pessoal que estava na festa começaram a correr. Vamos pro carro agora, agora sem dar nem um pui. Saio puxando ela pelo braço, até o carro. Entro no carro ligo pro Paloni e falo pra ele, ele diz que da um jeito por lá, e vou em direção ao hotel sem falar nem uma palavra só ouvindo o choro da Maiara ela estava assustada, dói no meu coração ver ela assim, mais ela que provocou esse situação toda. Logo chegamos no hotel, e fomos em direção ao quarto ela ainda continuava chorando. Entramos e assim que entro eu começo a falar.

Fernando: Ta vendo, tinha pra que vc ir com esse pedaço de pano, e claro que alguém ia tentar algo com vc olha sua roupa Maiara. Falo gritando.

Maiara: Minha roupa não significa nada Fernando,não define caráter, isso não assina o passaporte pra ser pulta se isso que vc quis dizer. Ela fala gritando e chorando. Faz três dias que eu cheguei em uma porra de uma cidade que eu não conheço, meu namorado sei lá o que, vc é meu, some,sim simplismente some. Ela fala ironicamente. Era aquelas vagabundas nera? Ainda vem querer falar da minha roupa, da minha roupa? Ela fala gritando e chorando.

Fernando: Eu não tava com mulher porra nenhuma, era uma festa aqueles são meus consumidores eles, levam quem quiser porra. Falo alterado. Mais não alto. Eu não consigo tirar esse vestido da minha cabeça quando vc tirar eu rasgo ele em dois.

Maiara: Vc acha mesmo que a culpa foi minha e do meu vestido de um macho escroto querer me pegar a força. Olho pra ela mais não respondo. Fala Fernando, vc acha né, mais saiba que não, não tenho culpa de terem machos que pensam como vc e ele, eu quero ir embora, vc matou uma pessoa na minha frente. Fala chorando e entrando no banheiro, nessa hora me bate um arrependimento por ter gritado com ela e falado coisas sem nexo mais de ter matado aquele vagabundo de ter desejado minha mulher não.

Mais com comentem muito. Bjss.

Vendida para o dono do morro...Onde histórias criam vida. Descubra agora