o primeiro dia do final de semana

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Alice chegou em casa furiosa pisando duro entregou a bolsa e as chaves do carro para a empregada levar para cima e disse

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Alice chegou em casa furiosa pisando duro entregou a bolsa e as chaves do carro para a empregada levar para cima e disse.
—Ele estava lá  todo feliz com aqueka escurinha imagine só querido uma preta nosso filho envolvido com aquela criatura de cor nem todo dinheiro de  Otávio pode mudar o que ela é, não pense que vou engolir esse namoro, porque não vou, não foi para isto que carreguei esse menino em meu ventre por nove meses  acredita  que ele ainda teve a coragem de me apresentar a ela —Alice falou transtornada fora de si.
—Alessandro ja é de maior ele sabe o que faz não adianta ficar nervosa desse jeito o marido falou.
—A por favor Carlos como se fosse possível ficar calma em uma situação como essa —ela falou brava.
Na mansão naquela noite eles jantaram e mais tarde Rebeca estava no Jardim toda pensativa e ansiosa pelo  final de semana.
—Aposto que está pensando em seu namoradinho —Camillo falou se aproximando.
—Estava pensando no final de semana que vamos passar juntos —ela falou sentando-se no Banco.
Camillo fez o mesmo e disse.
—Sabe que esse cara quer devorar você —ele falou em tom de brincadeira.
—Agora você falou como se ele fosse o lobo mal e eu a chapeuzinho, sei me cuidar Camillo —ela falou.
—Espero que saiba mesmo, não quero esse cara magoando você —ele falou todo sério.
—Isto não vai acontecer, ele gosta de mim de verdade da mesma forma que  gosto dele —ela falou.
De uma das janelas da cozinha Bárbara via o dois conversando, não gostava dessa aproximação tinha receio de que o filho tivesse sentimentos por ela e  aquilo não poderia acontecer nunca.
—Bárbara estou esperando meu chá  a quase uma hora —queixou-se o senhor Otávio entrando na cozinha.
—O patrão deseja mais alguma coisa? —cozinheira perguntou.
—Na verdade desejo que Barbara leve  meu chá  até meu escritório —ele falou deixando a cozinha.
No jardim Camillo olhou bem para ela e  disse.
—Espero que sabia se cuidar e que não deixe esse cara magoar você.
—Pode deixar boa noite —ela falou se despedindo dele para ir dormir.
Em seu quarto checou mais uma vez à mala e se preparou para se deitar vestiu sua camisola e escovou os dente ,já estava na cama quando pegou seu celular e mandou um mensagem carinhosa para ele.
Alessandro estava bebendo seu uísque quando viu a mensagem de boa noite e sorriu por ver como ela fazia isto todas as noites a,quilo acabou se tornando uma espécie de ritual e tinha de admitir que nenhuma mulher era capaz de faze-lo sorrir daquela maneira.
Ela devia ter algum poder mágico e olha que nunca sentiu atração por mulheres negras e sabia que se não fosse pela chantagem do avô dela nem teria se aproximado ,fazia uma ideia muito distorcida de como ela era e agora conseguia ver isto. 
No dia seguinte Rebeca tomou café da manhã com o avô Camillo e Barbara, eles conversaram sobre o trabalho que ela iria começar na segunda feira na empresa, se despediu dos dois já que eles iriam para a empresa e ela ia viajar no início da tarde.
—Se cuida Rebeca —falou Camillo que a deixou sozinha com o avô.
—Divirta-se querida aproveitei para descansar e se divertir —Otávio falou.
Rebeca espontânea como de costume se aproximou dele e disse.
—Pode deixar vovô do meu coração ,te amo muito, não esquece disto —e depois de falar o beijou na face deixando a sala em seguida.
Otávio olhou para Barbara que presenciava tudo e disse.
—Sei que não mereço tanto amor que recebo de minha neta, ainda mais pela forma como agi ao descobrir sobre sua existência.
—A menina trouxe alegria para essa casa que antes era triste, só espero que esse Alessandro não a machuque ,com licença —Barbara falou deixando a sala de jantar.
Odiaria  que a menina sofresse como ela sofreu pelo homem por quem estava apaixonada lhe achar pouca coisa, no caso dela por ser uma simples  empregada ,ja no caso de Rebeca por ser negra ,sabia que na alta sociedade o racismo era uma doença contagiosa, percebia os olhares de preconceito por ela, mas a danada da garota tinha fibra e força e sabia sair desses situações quando ela era pequena no Colégio particular caríssimo que Otávio pagava pensavam que ela fosse filha da empregada dele e tudo pela cor da pele, aquele foi só o primeiro exemplo de racismo velado que ela teve que enfrentar ja que o avô vivia num círculo social restrito a pessoas brancas enquanto era negra —ela pensou indo para a cozinha para dar as ordens daquele dia como governanta cabia a ela organizar toda aquela casa.
Mas tarde no helicóptero voando para Angra Rebeca encostou a cabeça no peito dele e disse.
—Estava tão ansiosa por essa viagem querido.
—Vai ser maravilhosa você vai ver — ele falou a olhando.

Quando chegaram em Angra e o helicóptero desceu perto da casa no heliporto, Rebeca seguiu até a casa assim que entraram ele disse.
—Amo vir a essa casa desde que que era moleque.
—É uma casa muito bonita —ela falou olhando em volta.
—Desculpe incomodar senhor Alessandro ,os senhores desejam alguma coisa ? —a empregada perguntou entrando na sala.
—Não obrigada, o Tito ja levou nossas malas lá para cima ,a Sol essa é Rebeca minha namorada —ele falou fazendo as apresentações.
—Prazer senhorita —a mulher falou e em seguida deixou a sala.
—Será que a gente pode dar uma volta —ela falou.
—Vamos aproveitar o resto da tarde para dar um passeio de iate —ele falou.
—Claro, vou lá em cima vestir meu traje de banho logo desço —ela falou cheia de expectativas em relação a esse primeiro passeio com ele........................

—Queridos leitores capítulo novo saindo espero que gostem comentem e deixem votos beijossssssssssss

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