Capitulo 2: Doença incurável

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 Hoje pela manhã, dei café da manhã para minha mãe, ajudei-a se banhar e deixei-a na sala, tomando seu chá. Fui aguar algumas plantas de frente de minha humilde residencia. Quando me deparo com o rapaz enfermeiro.

Digo:- Olá, enfermeiro. Como vai?

Ele reponde, com um sorriso em seu rosto:- Vou bem, mas... Por favor me chame de... Ele é interrompido por uma garota de cabelos ruivos e extremamente linda.

 Ele é interrompido por uma garota de cabelos ruivos e extremamente linda

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Ela diz:- Peter?

Ele dar um abraço forte, e lhe dar um beijo em sua testa.

Ele a responde:- Olá, minha prima querida.

Ele continuando falando, e dá um abraço de lado na garota, com um sorriso chegado em suas orelhas:- Bem... está é a minha prima chamada Helena,que veio de outra cidade. E Helena ela é a.... Ele para de falar por não saber meu nome.

Digo:- Daiana. Respondo-o com um sorriso sem mostrar meus dentes.

Continuo: Prazer em conhece-la Helena.

Helena diz:- O prazer é todo meu em conhece-la. Ouvi muito em falar sobre você. Diz com um sorriso em seu rosto, nesta mesma hora sinto minhas bochechas queimarem.

O Peter fala sussurrando em seu ouvido: Não precisava dizer isso prima querida. Mas acabo escutando, e sorrimos ao mesmo tempo.

Falo:- Espero que tinha sido bem.... Bem, então o seu nome é Peter? É um belo nome. Posso te chamar assim? 

Peter:- Sim, por que não?. muito obrigada.

Helena:- Bem... Eu já vou indo, foi um prazer.

-Tchau. Falamos ao mesmo tempo.

Falo:- Bem com aquela toda correria ontem, nem tempo temos de nos apresentar... É um prazer Peter.

Ele responde: O prazer foi todo meu.

Digo: Vamos, por favor entre. 

Ao entrar, sentamos no sofá, ofereço água mas ele diz que não estava com sede. Ele se levanta e faz um checape em minha mãe, diz que está melhor que ontem.

 Abre sua maleta e pega o exame de minha mãe. Exatamente no mesmo momento meu pai chega de mais um serviço e diz: Bom dia?  E se aproxima de minha mãe e a beija.

-Bom dia. Falamos ao mesmo tempo.

Peter:- Aqui está o tão esperado exame. Começa a ler para si mesmo [em mente].

E seu semblante muda automaticamente, e diz:- Ela foi diagnosticada com uma doença chamada Febre Amarela, que infelizmente é incurável, que poucas pessoas se recuperam e vencer a está doença, transmitida por picadas de mosquitos. Aquele desmaio foi apenas uma queda de pressão.

No exato momento ficamos sem ação, sem acreditar que nós poderia perde-la a qualquer momento. Minha mão vai diretamente em minha boca, não consigo aguentar e começo a me derramar em lagrimas.

 Dou lhe um abraço bem forte em minha mãe que chora em silêncio.

Peter:- Ela precisa urgentemente ir ao hospital.

Peter antes de ir conosco, foi avisar a sua família, que ficaria fora de casa durante uns dias. E explicou a situação.

Levamos ela as pressas, pois quanto mais rápido o atendimento mais fácil seria dela se curar dessa doença maldita.

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Depois de longos 4 dias de viagem de trem, finalmente chegamos ao hospital. Que rapidamente minha querida mãe foi atendida e internada. Eu estava mais tranquila, algo me dizia que tudo ficaria bem.

Enquanto Peter e eu estávamos sentados em um banco de madeira do lado de fora do hospital, meu pai conversava com os médicos.

E Peter quebra o silêncio, falando: -Sua mãe irá ficar bem. Dá um sorriso de lado.

Digo: Espero... E não seguro a vontade e o abraço, sinto um cheiro que eu queria sentir para sempre.

CONTINUA...



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