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Navego em águas profundas
No mar, vejo rostos
Ilusões belas
Pesadelos letais
Sentado no meio do barco
Desisti de remar
Fechei os olhos
Absorvi tudo ao redor
Os sonhos dos mortos
Suas dores
Minhas dores
Eu estou morto também
Abro os olhos
Estou afundando
O barco se foi
Não navego mais
Tento nadar.
Não há como.
E vou para a escuridão sem fim.
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Poeme-se
PoetryEscrever é um refúgio; as palavras são uma espécie de terapia. A vida está em cada poema, cada mísero verso e estrofe. Os sentimentos afloram neles e há libertação e o encontro com alguma paz... Por isso, caro leitor, te convido a ler esta obra e...
