Chapter Four

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Oii, me desculpem por não ter postado o capítulo na sexta. Mas como alguns sabem, eu perdi uma pessoa muito querida e eu não estava me sentindo bem para escrever e para postar um capítulo. Me desculpem e bom capítulo!

19 ᴅᴇ Mᴀɪᴏ ᴅᴇ 2022. - Vᴀɴᴄᴏᴜᴠᴇʀ, Cᴀɴᴀᴅᴀ́.

Aɴʏ Gᴀʙʀɪᴇʟʟʏ Sᴏᴀʀᴇs

Meu dia sempre foi tão corrido que quando começa tranquilo, me faz estranhar por demais. Talvez seja pelo fato de nunca parar em um lugar e sempre ficar andando de carro pra lá e pra cá, a realidade é que a minha casa só serve para eu dormir e tomar banho porquê de resto não tem sentindo algum. – Estou de folga, pelo menos na parte da manhã e as minhas amigas estão ocupadas planejando a nossa viagem até Cancun para as fotos. Incrível, não é?

– Vou enviar mensagens para os meninos. – Pego o meu celular e entro no grupo onde só tinha eu e dois garotos, meus melhores amigos.

Daniel e Corbyn. "Meninos, estou de folga. O que acham de irmos tomar um café? Não aceito um não como resposta. Estou a caminho da cafeteria que sempre vamos." – Pego minha bolsa e caminho até a porta de minha casa, a trancando e em seguida aperto o botão do elevador, esperando por alguns minutos longos.

[...] Entrei na cafeteria e me sentei em uma mesa no canto da janela. Fiquei olhando a neve cair e pensando em tantas coisas que já me aconteceram.

– Any? – Olhei para a voz de Corbyn e rapidamente me levantei, correndo para o abraçar. – Pensei que tinha esquecido de nós.

– Claro que não. – Respondo e o solto. – Não sou nem louca de esquecê-los. – Abraço Daniel que correspondeu no mesmo instante.

– Você estava tão ocupada durante esse tempo. – Assinto e volto ao meu lugar. – Ficamos quietos em nosso canto.

– Vou fingir que acredito, Daniel. – Solto uma risada pelo nariz. – Vocês são o verdadeiro significado de bagunça e não quietos. – Rebato.

– Tem razão. – Corbyn se entrega. – Qual foi o verdadeiro motivo por nos chamar? – Ele levanta a mão para o atendente.

– Que isso Corbyn, acha que eu sou interesseira? – Faço um drama. – Mas eu queria saber se vocês topam viajar comigo. – Olho para o atendente. – Por favor, um chocolate quente com marshmallow e chantilly.

– Um café expresso com chantilly. – Pede Corbyn.

– O mesmo que o dela. – Daniel pede. – E é claro que eu quero ir viajar com você. Para onde?

– Cancun. – Sorrio. – É uma viagem de trabalho, mas eu posso levar quatro pessoas.

– Quem será as outras duas? – Corbyn pergunta e antes que eu pudesse responder, o atendente aparece entregando nosso pedido.

– Irmã. – Fecho os meus olhos ao escutar a sua voz. – Você não disse que estaria ocupada o mês todo? – Olho para os meninos que estavam sem reação. Me levantei da cadeira e me virei lentamente, vendo Franciny com um sorriso em seu rosto enquanto eu tentava colocar um sorriso em meu rosto.

– Por incrível que pareça, hoje peguei folga. – Respondo dando um sorriso. – Eu marquei de encontrar com os meus melhores amigos.

– Oh sim. Olá meninos. – Cumprimentou eles com um sinal de mão. – Escutei que você irá viajar no mês que vem.

– Estava escutando a minha conversa com eles? Que coisa feia. Achava que mamãe tinha te educado muito bem. – Minha voz sai com pura ironia.

Vocês conversavam tão alto e tão interessante que me deixou ficar quieta e esperar pelo o momento. – Claro, é que você é muito fofoqueira. – Você não respondeu se irá comparecer ao jantar de família que te convidei.

– Estarei ocupada. – Respondo rápido. – Não poderei ir.

– Poxa, irmãnzinha. – Vem até mim. – Eu precisava de você até o meu lado. Irei apresentar meu namorado a família.

Namorado a família... – Ela me abraça e sussurra em meu ouvido. – Imagino que você não vá ao jantar porque não tem nenhuma novidade... – Fecho os meus olhos de raiva ao sentir seu beijo em minha bochecha. – Passar bem meninos e irmã.

– Que clima pesado. – Daniel observa. – Você vai ao jantar da família, não vai?

– É claro que eu vou. – Respondo me sentando na cadeira. – Só irei para vê-los mesmo e para mostrar o quanto sou feliz com a minha carreira.

– Você é poderosa. – Me elogia. – Quero ver ela debater com isso.

– Quero ver vocês na minha casa para maratona algo.

[...] Estou na cozinha de casa, fazendo uma pipoca porque as meninas estão vindo para cá. Escuto a porta abrir e depois fechar, alguns passos pesados vindo até a cozinha mostrando o quanto estavam irritadas por alguma coisa. – COMO ASSIM VOCÊ VAI PARA O JANTAR DE FAMILIA?

– Quem te contou? – Pergunto me virando e encontrando Heyoon com a mão na cintura.

– A empresa ligou para a Savannah e a Savannah me contou. – Dou de ombros. – Por que você mudou de ideia tão rapidamente?

– A ratazana da minha irmã me desafiou. – Respondo de mal humor. – Isso é tão ridículo, e eu vou superar as dificuldades.

– E essa volta por cima é cancelar a viagem de Cancun? – Savannah se senta levando uma cerveja até a sua boca.

– Eu adiei por uma semana e ainda disse que podemos ir antes. – Respondo e pego uma vasilha para colocar a pipoca. – Eu não cancelei a viagem, e ainda vamos. Com os meninos, aliás.

– Os seus amigos? Eu os amo. – Olho com a sobrancelha erguida. – Que foi? Eles são incríveis e além do mais, completa o nosso grupinho.

– Okay, okay... – Reviro os meus olhos. – E vocês vão comigo para o jantar. Ter pessoas que gostam de mim em um lugar que não é bom, vai me dar forças.

– Sabe que pode contar comigo. – Heyoon me abraça. – E a Sav vai, ela só está dando uma de empresária chata.

– Eu não sou chata, ok? – Pergunta emburrada. – E eu vou com você. Nunca sai do seu lado e não vai ser agora que vou! Além do mais, precisamos de mais caçadoras para ir ao ninho de ratos, não é mesmo?

– Eu amo quando vocês assim. – Beijo a bochecha das duas. – Vamos assistir agora? O que vocês trouxeram?

– Tantas coisas. – Pega a sacola e fomos em direção a sala. 

𝙿𝚛𝚒𝚜𝚘𝚗𝚎𝚛 - 𝙽𝚘𝚊𝚗𝚢 Onde histórias criam vida. Descubra agora