7° CAPÍTULO.

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S/N NARRANDO.

Bom, já se passou uma semana desde o primeiro dia de aula. E se vocês querem saber como foi essa semana, hum, legalzinha até. Me aproximei mais do Jett. Mas não tanto também. Ele é popularzinho. Não tem como ficar o tempo todo com uma novata que nem um colega tem.
Ele me deu carona todos esses dias. Porque sempre leva o Vinnie pra casa e normalmente, vai passar o dia lá.
Vinnie. Bom, ele não vêm me tratando tão mal quanto aquele dia. Mas também não é simpático. Conversamos apenas o necessário e olhe lá.
Agora estamos na aula de português. Já não sento mais com ele, e sim em uma carteira na frente, do jeito que eu gosto.

Professor: Crianças. - eu amo o fato de estarmos quase na nossa vida adulta, mas ainda sim, sermos chamados de crianças. - vou passar um trabalho pra vocês, em dupla. - assim que ele fala isso, me viro para trás e já vejo todos se juntando e um chamando o outro. - opa, opa, opa. - ele interrompe, fazendo com que eu virasse para frente, e todos se calassem. - eu que vou escolher as duplas. - no momento em que disse isso, a sala virou uma bagunça. Todos se questionando o porque disso. Eu até que fico feliz, não fiz amizade com ninguém da sala, e assim não precisaria tomar nenhuma iniciativa para chamar alguém. - sem reclamações, vamos lá...- ele começa falando alguns nomes aleatórios, até que.. - S/N e Vinnie. - ótimo. Me viro para trás e vejo que Vinnie está tão feliz quanto eu. Ele terminar de escolher as duplas e logo após isso, já nos libera para sentarmos juntos. Quando vejo que Vinnie não irá tomar nenhuma iniciativa, pego minhas coisas junto a minha cadeira, e vou para o fundo da sala, onde o loiro fica. Me sento ao lado dele e esperamos o professor dar as instruções.

E a aula foi baseada nisso, cada dupla teria que falar sobre um Estado brasileiro. E o nosso, foi o Rio de Janeiro. Como não deu tempo de fazermos nada na aula, decidi chamar o Vinnie para fazermos depois da escola.

S/N: Vinnie. - chamo e vejo que ele está com cara de tédio, fazendo alguns rabiscos sem sentido em seu caderno.
Vinnie: Que. - diz, mas sem nenhuma emoção e continua rabiscando seu caderno.
S/N: Quer ir lá em casa hoje? Para fazermos o trabalho. - pergunto e vejo que ele largou a caneta e olhou para mim.
Vinnie: Não, já marquei de sair com uma mina e não vou desmarcar só porque você quer.
S/N: Hum, tá legal. E que dia você pode?
Vinnie: Não é da sua conta. O dia que eu puder, te aviso. - fala e se levanta, saindo do seu lugar e indo para outro grupinho ao nosso lado. Já vejo que teremos problemas para fazer esse trabalho. Respiro fundo e volto para meu lugar. Tivemos mais duas aulas e fomos dispensados.

Hoje não iria embora com o Jett, já que ele não ia levar o Vinnie, não o faria me levar lá sendo que é um caminho totalmente oposto ao dele. Sai da escola, busquei meus irmãos, e fomos a pé mesmo, conversando. Chegamos em casa, almoçamos, e cada um foi fazer suas tarefas. Fiz alguns exercícios que tinha, estudei um pouco e comecei fazer o trabalho de português. Não é tão difícil e por eu conhecer bem o Rio, rapidinho terminei. É, fiz sem o Vinnie. E se eu fosse uma pessoa rancorosa, não iria colocar o nome dele. Mas foi um trabalho simples, não tive dificuldades e ignorei o fato dele ter cagado pra tudo isso. Deixei o trabalho na minha mochila para entregar o professor, que no caso, teríamos aula apenas na sexta agora.

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Acho que por hoje vou parando aqui. Me contem o que estão achando e votem por favor. Até mais.❤️

A Aposta - Vinnie Hacker Onde histórias criam vida. Descubra agora