Julio continuou com os lábios de S/n colados nos seus até que sua respiração estivesse um pouco mais controlada. Abriu os olhos, seu olhar ainda em êxtase. Tirou o pênis de dentro. Deu selinhos na boca dela e depois por todo o rosto. S/n sorriu.
-A gente tem que sair, sabia? ~S/n~
Falou, mas não fez nada para sair dali.
-Vamos daqui a pouco. ~Julio~
Ele passou a mão nos cabelos dela. Eles estavam bem armados e enlinhados. Não toca! Virou um ninho de rato isso aí. Pensou, mas permitiu que ele tocasse. Ele segurou seu rosto, como os dedos no meio dos seus cabelos e os dedões tocando as maçãs do rosto, fazendo carinho. Puxou a cabeça dela para um beijo. Um beijo lento, calmo. S/n passou as mãos pelas suas costas também fazendo carinho nele. Ele parou.
-Vamos? ~Julio~
-Agora não. ~S/n~
E puxou ele apara beijar seus lábios novamente. Ficaram assim até que o celular de S/n tocar a cada segundo das notificações que seus amigos mandavam. Ela suspirou.
-Deixa eu ver. ~S/n~
Pegou o celular e leu rapidamente. Seus amigos já estavam saindo. Droga, a gente demorou muito. Sorriu com o canto da boca ao pensar isso.
-É. Precisamos ir. ~S/n~
Foram para o banheiro e tomaram banho rapidamente. Ao se arrumar, S/n teve nojo por vestir a mesma calcinha. É o jeito né. Inventei. Pior que nem vou tomar banho desse jeito. Teve uma ideia. Pegou o celular e mandou uma mensagem para Milena, que seria a última pessoa da turma que seria pega. Pediu para ela levar um biquíni extra. Elas usavam o mesmo número.
-Tô pronta, vamos? ~S/n~
-Só um momento. ~Julio~
Uma batida na porta e Julio foi abrir. Voltou com uma sacola.
-Aqui! Escolhe o que você gostar mais. ~Julio~
S/n olhou com desconfiança para a sacola. Quando abriu viu três biquínis de modelos e cores diferentes, todos do mesmo tamanho.
-O que é isso? ~S/n~
-Você disse que não tinha biquíni. ~Julio~
-Mas não precisa mais. Eu falei com a minha amiga. Ela vai levar pra mim. ~S/n~
-Ah! Mas precisa sim. ~Julio~
-Não precisa, ela já tá levando. Sério. ~S/n~
Estendeu a sacola, entregando para ele.
-Mas agora já tem esses daí. Você pode escolher. Eu acho que você vai ficar linda em qualquer um dele. ~Julio~
S/n tirou os biquíni, que estavam embalados sacolas transparentes separados. Olhou atentamente para eles. Um tinha estampa tropical. O segundo era laranja sem bojo. E o terceiro era azul marinho com bojo. Ela pensou por uns instantes.
-Vou querer assim. ~S/n~
Ela pegou a parte de cima do azul, que tinha detalhes dourados no meio dos seios e no encontro das alças com o bojo. A parte de baixo, ela pagou do que era estampado. Ela virou de costas para se trocar. Vestiu a parte de baixo e encaixou a de cima nos seios.
-Amarra aqui pra mim? ~S/n~
-Claro! ~Julio~
Julio chegou tão perto que ela pôde sentir o calor do seu corpo nas suas costas. Principalmente na sua bunda.
-Minha vontade era desamarrar, não amarrar. ~Julio~
S/n mordeu o lábios.
-Talvez eu deixe. ~S/n~
-Talvez? ~Julio~
Falou beijando seu pescoço.
-Se você se comportar eu deixo. ~S/n~
-Eh vou cobrar. ~Julio~
Sussurrou no seu ouvido. Ela arrepiou e desequilibrou um pouco corpo fazendo ele ir para trás alguns centímetros. O suficiente para que seus corpos se tocassem. Ela podia sentir o cheiro de seu perfume. Aquele perfume que promete jogar a pessoa na parede e fuder alí mesmo, em pé. Ela não sabia se esse era o cheiro do perfume ou se ela só queria que ele fizesse isso com ela. Dava para sentir a respiração dele em seu pescoço. Ele amarrando as cordinhas na maior lentidão. Ele tocava o máximo possível nas costas delas. Seu ponto fraco. Terminou em baixo e levou sua atenção para a nuca. Aproximou ainda mais seu corpo do dela. Pegou as cordas e antes de começar, deu um leve beijo no local exato onde ficaria o amarrado. Inconscientemente, ela empinou a bunda. Ele parou o que fazia e olhou para baixo, vendo a bunda dela coladinho nele.
-Acho que eu vou desamarrar agora. ~Julio~
Ela se afastou um pouco, mas ela puxou ela de volta para si.
-Não, a gente tem que ir. ~S/n~
Ela se virou para dar um beijo nele. Era visível o volume se formando no shorts dele. Eles se encararam e pareciam ter tomado a decisão de não ir mais. O celular toca. Porra.
-Oi amigo. ~S/n~
-Já saiu? ~Eduardo~
-Tô saindo. ~S/n~
-Já tava trepando era, vagabunda? ~Eduardo~
-Ia começar, mas tu atrapalhou. ~S/n~
-Ótimo, você marcou, você vai. Cuida ~Eduardo~
-Tô saindo já. ~S/n~
Desligou.
-Vamos? ~S/n~
-Vamos. ~Julio~
Ele segurou a mão dela e eles saíram. Ele fazia movimento circulares com o dedão nas costas da mão dela. Ao chegarem na moto, pegaram os capacetes que estavam apioados nós retrovisores. Todo o caminho até a praia Julio segurou nas coxas de S/n, como se ali fosse o lugar próprio para apoiar suas mãos.
