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𝗟𝗜𝗩 𝗟𝗘𝗕𝗟𝗔𝗡𝗖

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𝗟𝗜𝗩 𝗟𝗘𝗕𝗟𝗔𝗡𝗖

Georgia, Atlanta.

Acordei com mais de cinco ligações da Jayla. Olho para o horário e já se passava das nove da noite. Que ótimo, Liv.

Minha barriga estava rocando de tanta fome. Deixei o celular de lado e desci correndo para comer.

— Nem acredito que você está viva. — Ouço Cécilia dizer. — Em plena sexta-feira e você dormindo o dia inteiro. Na minha época... — A interrompi.

— Na sua época você saia todas às sextas e só voltava no domingo, eu sei. — Cocei os olhos enquanto bocejava. — Oi, pai. — Beijei a sua bochecha.

— Meu Deus, Liv! — Meu pai diz. — Você dormiu muito.

— E ainda estou com sono. — Abri a geladeira.

— Já vou avisando que eu não fiz janta. — Cécilia fala. — Se você quiser pede uma pizza ou come as sobras do almoço.

— Eu vou comer os cookies. — Peguei a caixa dentro da geladeira.

As pessoas sempre falam que acordam mal humoradas, mas a forma que eu acordo ultrapassa os limites. Odeio que fiquem falando no meu ouvido quando eu acordo. Por isso eu sempre fico uns vinte minutos na cama antes de levantar.

— Querem? — Ergo a caixa para os dois que estavam sentados no sofá. — Não? Que bom. — Me sentei no meio deles.

Comecei a comer que nem uma desesperada, quando percebi já haviam só dois cookies na caixa.

— Pode comer, filha. — Meu pai diz. — Nós não queremos.

Agradeci mentalmente e comi os últimos dois. Esses cookies foram com certeza feitos pelos Walton, isso não tem gosto de cookie de "fábrica" nem de longe.

𝗩𝗜𝗭𝗜𝗡𝗛𝗢𝗦' 𝗝𝗮𝗱𝗲𝗻 𝗪𝗮𝗹𝘁𝗼𝗻Histórias para pegar e não largar. Descubra agora