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𝗟𝗜𝗩𝗟𝗘𝗕𝗟𝗔𝗡𝗖
Atlanta, Geórgia.
Jaden estava com a voz meio zonza e falava tudo embolado.
Ele deve ter me mandado mensagem no celular mas eu não vi porque peguei no sono.
— O que é, Jaden? — Apoiei o telefone no ombro e peguei o meu celular de baixo do travesseiro.
— Eu preciso de você... eu estou literalmente deitado no chão, sozinho, quase dormindo e ouvindo sofrência. Você pode me ajudar? Por favor. — Ele disse meio embolado, mas eu entendi.
— Ajudar com o quê?
— Eu não sei... nem consigo levantar do chão direito. Vem, por favor.
— Por que você não chamou a Suzana? — Perguntei.
— Ela não é a minha gata garota. — Jaden disse, e confesso que um sorriso bobo surgiu no meu rosto.
— Eu não sou a gata garota. — Respondi firme. — Não mais.
— Ora, claro que você é. Se não é você, quem seria? Não tem mais ninguém. É só você. — Ele respondeu rindo.
— Está bem, Jaden. Eu vou ir aí. Mas só porque você está precisando de ajuda e não tem ninguém por perto.
— Que mentira. — Ele riu. — Você vai vir porque me ama.
— Não. Estou indo porque me preocupo com você.
— Isso é amor hein! — Jaden disse.
— Tá bom, tanto faz. Já estou indo. Tenta não se matar, por favor.