Esbanjando seu charme, músculos e tatuagens; um campeão, conquistando tudo e todos. Você podia sorrir para todas as garotas, mas eu sempre soube o que você é.
Você e eu somos bandeiras vermelhas.
Mesmo que ainda seja em sua cama que eu vá parar, nos...
***Atenção, as narrações a seguir podem conter conteúdo sensível a fãs de esportes***
Gostaram da capa nova? Especial pra esse capítulo aqui 💚
Capítulo mais que especial, espero que gostem 💜
PS. O bônus sai se atingirmos 35 estrelinhas nesse capítulo antes de terça, senão só quarta, é isso 👀
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MAEVE
Grande Prêmio do Brasil.
2021.
Os raios de sol tocavam minhas costas numa quentura suave, meus cabelos caiam em cascatas selvagens pelos meus seios. Minhas unhas cravam firme nas coxas dele enquanto eu me movo lentamente em seu colo, seu comprimento levando-me a gemer manhosa, seus suspiros soando como uma música extasiante. Os olhos dele em meu corpo como se eu fosse mais linda que o pôr do sol atrás de mim, que invadia a varanda do enorme quarto da casa que Lewis alugou apenas para nós.
Com meus cinco meses de gravidez, meu colo uterino estava mais baixo, e eu estava mais sensível, meus hormônios explodindo de uma maneira que apenas o mover dos meus quadris contra ele era alucinante, como fumar maconha aos 19 numa festa da fraternidade; bem louco e gostoso.
E eu não precisava de muito para chegar lá, assim como eu sabia que ele também não. A visão de Lewis do meu corpo acima dele sempre foi seu ponto fraco e eu orgulhosamente sabia disso, pois suas feições nunca esconderam isso. Acho que ele nunca considerou esconder isso de mim.
— Vem para mim, amor — suas palavras penetraram minhas veias como nicotina, meu corpo arrepiou com a sensação inquietante crescendo e queimando. Eu fechei meus olhos e deixei ele tomar controle, contorcendo-me até meu interior aperta-lo e escorrer meu ápice em nele, um grito de satisfação deixando minha garganta. Lewis me segurou quando fraquejei em seu colo e se ergueu, colocando nossos corpos grudados e nossas bocas a centímetros. — Eu amo você.
— Eu também me amo — pisquei, seu sorriso raspando o meu antes dele me beijar com força e empurrar meu corpo para baixo e para cima com ainda mais velocidade até ele se liberar dentro de mim, a sensação quente entorpecendo meu interior até chegar em minha garganta e se liberar num gemido contra seus lábios. — Eu te amo.
— ESTÃO PELADOS? — um grito no corredor me faz quebrar o beijo e Lewis me agarrar mais firme quando batidas na porta soaram e Timmy perguntou atrás dela: — Ei, vocês querem pizza?
— Pizza? — eu sorri — Eu quero!
— Maeve, carboidratos a noite...
— Pede uma de peperoni — gritei ao ignorar Lewis, rindo quando ele me cutuca na costela. — E uma de queijo!