Domynike Grimes é a filha mais velha de Rick e Lori Grimes, que aos seus dezessete anos deixou a casa dos pais para seguir sua paixão pela arte, fazendo sua tão sonhada faculdade. Mas um acidente terrível aconteceu, seu pai entra em coma após levar...
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Point of View: Domynike Grimes
Eu e o Dixon somos recebidos por Luke que vem animadamente até nós, ele nos rodeia e ganha um carinho do caçador. Daryl vai em direção ao trailer, onde Carol estava e vou em direção à minha mãe que estava sentada em uma das cadeiras.
— Como foi lá?- Ela me pergunta assim que me jogo no chão ao seu lado e acaricia Luke que bota a cabeça em seu colo.
— Tivemos um avanço, encontramos o rastro dela até uma cabana abandonada. Ela está por perto.- Digo animada e a mesma sorri contente, mas logo sua atenção e mudada para meu cabelo.
— O quê é isso?- Pergunta se referindo a rosa que estava presa em minha trança, e acabo sorrindo sem perceber.
— É uma rosa cherokee, tinha um monte dessas perto da cabana.- Digo de forma distraída e não percebo que a mesma me encarava surpresa. — Daryl me contou a história sobre elas, disse para ele trazer uma à Carol para ajudar com o lance da Soph, ele acabou me dando essa.
— Você gosta dele?- Perguntou, fazendo que eu voltasse do mundo da lua, mesmo que essa lua tenha nome e sobrenome.
Fico muda por um momento, eu gosto dele? Sempre pensei como se fosse uma atração. Sei que o caipira não é um poço de doçura e muito menos de gentileza, não gosta de muito contato com as outras pessoas. Mas quando estamos só nós dois, ou estamos discutindo, ou se provocando por algo, adoro o jeito que ele fica quando está concentrado em alguma coisa ou como seus olhos claros sempre entregam seu humor, e o nosso beijo....
— Hãn...- pigarreio baixinho e coço meu nariz, sentindo minhas bochechas esquentando, ela me encarava atentamente e abraço meus joelhos. — Eu não sei, nos beijamos uma vez mas...- Ela me interrompe, parecia chocada mas não surpresa.
— Vocês se beijaram e ele ainda te deu uma flor? Não se parece nada com o Daryl que conhecemos.- Diz sugestiva e desviei meu olhar do dela. — Eu já suspeitava, as encaradas que vocês se dão não disfarça muito a situação, no CCD foi nítido.- Termina acusatória e rio de forma anasalada.
— E o Carl? Como ele está?- Desvio o assunto, a mesma aceita de bom agrado a mudança repentina da conversa.
— Está bem melhor, ele está com seu pai agora e desde que acordou não para de tagarelar de como queria ver você e...- A mesma se interrompe assim que me vê levantando rápido, acabei agitando Luke que estava deitado.
— Ele tá acordado?- Perguntei, afobada e minha mãe sorri com graça, eu estava parecendo minha versão mais nova de doze anos.
— Está, ele estava doidinho para você chegar.- Fala e ri quando me vê correndo em direção à casa com Luke logo atrás.
Ando apressadamente em direção ao quarto e abro a porta lentamente, chamando a atenção deles que estavam conversando sobre algo e meu irmão abre um sorriso assim que percebe ser eu.