-Ivan? Está tudo bem?- levantei e o segurei quando o seu corpo já estava tombando.- Opa! Te peguei.
-Você está tão cheirooosa.
Ele sugou uma respiração e se jogou mais em cima de mim, rodeando minha cintura de forma desajeitada e enterrando a cabeça no meu pescoço.
-Eu sinti saudates...
Que? Saudades? Comecei a rir, nunca tinha visto ele bêbado, nem mesmo bebendo.
-Vem, vou te colocar na cama.
Ele levantou a cabeça, com os olhos brilhando, abriu um sorriso de lado.
- Não, não é isso que está pensando! Vou só te deixar no quarto, vamos!
Enrolei o braço dele nos meus ombros e fomos subindo de forma desajeitada. Fui em direção ao seu quarto, nunca tinha vindo pra esse lado. Antes que eu pudesse perguntar se podia entrar, ele já tinha aberto a porta e nos puxado pra dentro. O joguei na cama grande e o mesmo se ajeitou.
Tirei os sapatos, meias e estava pronta pra abrir sua calça. Respirei duas vezes, só mais uma respiração. Estava muito nervosa, isso era incomum, óbvio! Eu era virgem.
Com os dedos tremendo abri a calça e respirei mais uma vez.
-Ivan, levanta o quadril.
Ele me obedeceu dando um risadinha sacana, puxei a calça e não conhecia tirar os olhos da sua cueca box preta, misericórdia. O puxei pelos braços, fazendo ele sentar. Segurei a barra da sua blusa, ele estava com olhinhos brilhando e mantinha aquele sorrisinho. Engoli em seco e respirei. Segurei na barra da blusa.
-Vamos, levante os braços.
- O que? Vai me prendeer...
Eu ri, ele ficava muito saidinho bêbado. Puxei a blusa, mas ele estava indo pra trás, então meus seios acabaram em seu rosto. Senti algo molhado e ele estava lambendo a pele exposta no pijama, que era onde começava a curva do meu seio. Gemi baixinho e ele me olhou de baixo. Sexy do inferno! Não durou muito, porque ele se jogou na cama. Observei o seu corpo semi nu.
Tinha um trilha de pelos loiros que terminavam dentro daquela maldita cueca! Meu Deus, senti minha boca secar, ele era definido, sem exagero. As coxas duras e tinha um V no tanquinho. Agora eu estava babando! Gente do céu! Estiquei a mão e passei de leve nas coxas, arrastei pela lateral, subi pelo tanquinho, até chegar no peitoral e reparar que ele estava me olhando. Minha respiração parou junto com as minhas ações.
-Gosssta?- ele arrastou as palavras.- Não vai me responder?
Eu só balancei a cabeça ainda meio sem graça, ele pegou na minha mão e pressionou no peito, descendo novamente, passei pelo tanquinho, acho que continuei babando. Mas não deu tempo de raciocinar muito, ele me puxou, me fazendo cair.
Nos rolou na cama e enfiou a cabeça no meu pescoço, segurando as duas mãos em cima da minha cabeça.
-Você é sempre tão cheirosa... Me deixa louco.
Ele parecia ter voltado a si, já que não falava tão arrastado como antes. Desceu a outra mão, arrastando os dedos pelo meu braço, até chegar no decote do meu pijama.
-Eu já lhe disse pra não ficar andando por aí com esses pijamas minúsculos. Não percebe como me deixa?
Ele se esfregou na minha perna, se antes eu tinha prendido a respiração, agora eu lutava pra respirar, misericórdia! Ele estava bêbado, o que eu estava pensando em deixar chegar a esse ponto? Enquanto pensava isso, ele subiu beijando do meu decote até meu pescoço. Depositou um selinho, que me arrepiou toda! Um selinho só! Esperei...esperei... Certo, o que aconteceu?
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Inevitável
RomanceAVISO: Este é um livro que retrata a violência em diversos níveis, seja na sua maneira física ou psicológica. Não recomendado para menores de 18 anos. A história narrada pela autora sobre a máfia Tchaikovsky é única e, exclusivamente, fictícia; faze...