Cabelos azuis.

1.4K 99 152
                                        

acordei sentindo algo pular em min, mas é macio e quente, nesse frio que só o Noel aguenta é muito bom ter algo quentinho para agarrar, mas o ruim é quando esse algo quentinho tem sufoca até você acordar.

– Que foi porra? sabe que odeio que me acorde, pioro do teu jeito psicopata. – Digo me levantando pra recuperar o ar.

– Eu saí enquanto você dormia. – Falou subindo na cama. – Alguém acabou de se mudar pro 402 e alguém morreu ontem no 403. – Contou o evento do 403 bem animado.

– Vamos lá ver. Vou me arrumar e a gente sair – digo saindo do quarto e indo ao banheiro toma um banho e ele vem junto. – Doe. – Falo vendo-o entrar de fininho. – Saia. – Ordeno e ele obedece triste.

me despir e entrei na banheira, me sentando e ligando a água morna. sinto que esse é o único momento que posso relaxar, longe dessa loucura toda de entidades e demônios na minha vida. não é tão, mas é uma baita ventura evolvendo mistério e risco de vida quando se tem demônio no meio.

Eu saí do banho após lava meu cabelo que já tinha um tempinho sujo então aproveitei para lava, escovei os dentes e depois fui pro quarto vestir minha roupa, claro que tive que expulsar doe novamente do cômodo. Vestir uma calça jeans preta com uma blusa preta de manga cumprida e gola alta, não posso deixar de pôr minha correntinha. (Foto acima)

– Agora vamos. – Falei saindo do quarto.

– Se eu não te conhecesse, diria que está indo pro enterro. – Comentou Doe que quase levou outro chute, mas dessa vez iria ser de proposito.

– Vou por um casaco para ficar melhor pra você. – Disse pegando um sobretudo preto na mala. – Vamos.

Doe entrou no casaco e ficou por lá, enquanto eu sair para ver o que estava acontecendo. Vi um garoto de cabelos azuis e usando uma máscara branca com uma pequena parte do lado esquerdo pintado do rosa. 

– Está tudo bem? – perguntei a ele após sua prevê conversa com o policial. Ele assentiu que sim. – Não liga pra quele merda.

– Não ligo, mas bem que poderia tratar melhor as pessoas. –Comenta se afastando um pouco para o mesmo não ouvir. – Aliás, sou Sal Fisher, mas pode me chamar de Sally face se quiser. 

– Sou S/n Holmes – Não preciso esconder meu sobrenome verdadeiro aqui. – Sou sua vizinha do 401 e estou aqui a alguns dias. 

– Estou indo explorar o prédio e conheço os moradores. – Ir com ele talvez não seja uma má ideia. quero saber se essa merda mudou em alguma coisa pelo menos. 

– Posso te acompanhar? – Pergunto e ele assente, então fomos seguimos pelo corredor antes de ir para outro andar. Paramos em frente a uma mulher de cabelos compridos da cor castanho escuro.

– Olá crianças. – Diz sorrindo meiga. – São novos aqui certo? – Assentimos que sim, ela é bem simpática.

– Sou Sal Fisher do 402.

– S/n do 401.

– Prazer em conhecê-los, sou Liza Johnson, morro no térreo e se quiserem podem passar lá pra conhecer meu filho Larry. – Ela nos entregou um cartão.

– Obrigado Liza.  – Digo entregando o cartão para sal que sai na frente e eu ia junto até ela dizer.

– Você cresceu bastante S/a. – diz sorrindo, mostrando saudade em seus olhos. – Por que voltou? – pergunta preocupada.

– Coisas as resolver. tentando superar o passado talvez. – Respondo sem muito animo. – Bom te ver também tia Liza. – Falo saindo, pois deixei sal esperando na porta no elevador. – Vamos.







John Doe × S/nHistórias para pegar e não largar. Descubra agora