S/n uma garota estranha que decide muda de cidade para começar uma vida nova sem coisas sobrenaturais lhe assombrando novamente ao menos é o que ela queria.
Até Jhon Doe a ver passar e se apaixonar por ela.
(Foto de capa não é minha, peguei do Pinte...
Estava no hospital, esperando S/n acorda. Ashley estava com Sal e Larry, afinal eles aproveitaram que já estavam aqui no hospital, para fazer exames. É inexplicável o modo como S/n voltou tão de repente de lá, eu achei que iria perder ela para sempre. Eu aperto sua mão, sua pele está fria, como sempre foi. Deitei minha cabeça na cama ao lado dela, segurando sua mão firmemente, já se passou dois meses e nada dela acordar ou Todd. A vida dentro dela ainda é desconhecida para mim, não sei identificar. O médico entra no quarto, batendo sutilmente na porta, levanto minha cabeça apenas para o observar.
— John, certo? — Ele pergunta e eu apenas balanço a cabeça em concordância. O médico suspira e retira os óculos, meio dramático eu diria. — Sua esposa está grávida de dois meses. — Conta com certa preocupação gravada em seu rosto, porém seus pensamentos já me dizem tudo e eu olho para o rosto pacífico e sereno de S/n. — Parabéns. — Sibila ao sair do quarto, me deixando ali com meus pensamentos ainda mais confusos. Ela me explicou sobre isso antes, talvez agora eu compreenda o que é isso crescendo dentro dela.
Passou um tempo e eu me levantei, saindo do quarto e deixando ela por um tempo, indo de encontro com Larry. O rockeiro percebeu que eu não estava com meu sorriso habitual, bem, não sorrio dês que ela morreu e voltou nos meus braços, sem contar que agora está em coma.
— Tudo bem,Doe? Alguma notícia sobre o estado dela? — Pergunto Larry, visivelmente preocupado, apesar de sua pose despreocupada como sempre. Ele se aproxima de mim, me analisando e percebendo que não, não tá nada bem.
— Ela tá grávida... — Respondo, me sentando em um banco ali e olhando para qualquer lugar, pedido e sem saber o que dizer.
— Isso é uma boa notícia, não? — Exclamou curioso com minha resposta e eu apenas nego com a cabeça, causando mais preocupação no semblante despreocupado do rapaz. — Está com medo do que possa vim? Por sua natureza sobrenatural? — Dessa vez a minha resposta a sua pergunta foi balança a cabeça em afirmativo.
— Eu sou um demônio Larry....sabe lá deus se aquilo não vai mata ela ao nascer. — Indago fitando o nada, completamente pedido. Sinto que os anos se passaram e eu fui amadurecendo, compreendendo mais como funciona os humanos e seus sentimentos, S/n me ensinou tudo, menos como a viver sem ela e está sendo difícil. — E eu não faço ideia de como minha espécie é ao nascer...
— Vai dá tudo certo, eu acredito que não tem nada com que se preocupar. É só um bebê que até agora não fez nada para ela. — Comentou pondo uma mão no meu ombro em forma de apoio. Larry sorri um pouco forçado apenas para me incentivar a ser positivo e isso me ajudar um pouco.
Eu agradeço silenciosamente pelo apoio dele e me despeço, me levantando para voltar ao quarto de S/n, porém antes disso, escuto Sal e Ashley vindo dizer que Todd acordou. Eu fico feliz por eles, mas com certa inveja, afinal minha mulher ainda está em coma. Caminho um tempo pelo hospital depois disso e ao olhar para trás há um médico que vinha até mim.
— Senhor, sua esposa acordou e deseja vê-lo. — Conta o jovem medico. Antes que pudesse me explicar mais detalhes, eu saí correndo dali, em direção ao quarto dela. Chego em minutos e lá está ela. Seus cabelos soltos e longos, espalhados pela cama, sentada e olhando pela janela, completamente perdida em pensamentos, talvez ja saiba da notícia que está grávida.
— Meu amor? — A chamo calmamente ao entra no quarto e caminhar até sua cama em passos lentos, como se eu quisesse apreciar a vista de a ver assim, tão serena, antes de me ver e abrir um sorriso fraco, porém gentil. — Já sabe? — Pergunto vagamente, deixando em aberto exatamente do que estou falando, porém ela balança a cabeça em concordância.
— É....já soube que estou grávida. — Ela responde calmamente. Eu já tinha quase esquecido do doce som da sua voz. — Estou feliz. O impossível aconteceu. — Brinca,seu sorriso cresce um pouco mais, enquanto ela passa a mão na barriga ainda pequena.
Fui até ela e me sentei ao seu lado, a abraçando e beijando seu rosto. Ela ri suavemente, divertida com minha reação. É bom ouvir sua risada depois de tanto tempo de conflitos e perseguição, mas agora não haverá mais isso, fico feliz. Larry, Sal e Ashley, chegam trazendo Todd na cadeira de rodas, o grupinho reunido de novo. Larry, fofoqueiro como sempre, já deu a notícia da gravidez de S/n. Larry e Sal discutiram para saber quem seria o padrinho e fizeram pedra-papel- tesoura para da resultado.
(Sally ganhou)
[...]
Messes depois, S/n deu a luz a um garotinho que tinha características de doe.Ela sorria alegremente com esse dia, afinal não haverá mais perigo algum na qual ela terá que enfrentar com seus amigos e seu marido, pois agora tudo acabou e finalmente criou uma família com John Doe. O nome do bebê é Raiden, John Doe que escolheu e mesmo que S/n não tenha gostado de início, combinou o o pequeno que ao longo dos anos cresceu e possui a mesma personalidade da mãe.
Larry e Sal casaram, adotaram uma menina chamada Alice que se tornou amiga de Raiden e até mesmo crush. Todd achou um novo amor, um antigo amigo de S/n que trabalhou com ela na loja de conveniência. Ashley por tempinho ficou solteira até se interessar por um garota chamada Alisson. O grupo de amigos moram perto um do outro e sempre fazem questão de contar e fazer piadinhas sobre o que aconteceu no passado, mesmo com algumas cicatrizes de tudo que aconteceu, mas hoje seguem felizes.