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Lee Minho

Depois da sentença de Jisung eu sorri para o ômega, segurei em suas pernas e me ergui do sofá com ele no meu colo.

_Onde é seu quarto ômega?

_Segunda porta a direita alfa.

Segurei firme o ômega e andei com ele até seu quarto. Ainda não havia estado naquela habitação, mas no momento não estava interessado em seu lugar. Abri a porta que só estava encostada com o pé e entramos. Andei até a cama e deitei Jisung sobre ela.

Seus olhos de esquilo estavam atentos as minhas ações e eu queria impressionar. Dei um sorriso de lado e comecei a abrir os botões da minha blusa a deixando deslizar por meu corpo até cair no chão. Em seguida abri o botão da calça e a retire jogando em um canto, ficando apenas de boxer branca.

Passei a mão no meu cobelo e me aproximei da cama, os olhos de Jisung sobre mim brilhavam como se fosse mel. Bem devagar coloquei cada uma das minhas mãos sobre o colchão, uma de cada lado do corpo do ômega e me aproximei olhando em seus olhos, deixando meus lábios tocarem os deles, primeiro de forma doce, o que não durou muito já que Jisung segurou meu pescoço aprofundando o beijo.

Entre beijos e carícias trocadas eu ajudei Jisung a se livrar de suas roupas até restar apenas à calcinha branca de renda que deixou a mim e meu lobo eufóricos.

O corpo do ômega era mais perfeito do que minha imaginação havia inúmeras vezes projetado. A cintura extremamente fina podia ser fechada entre minhas mãos, sua barriga plana mais definida que ataquei com beijos, dividindo a atenção com os mamilos intumescidos por meus lábios sedentos.

Jisung gemia de forma manhosa, cada som entrando por minha audição e fazendo meu lobo chegar cada vez mais à superfície.

_Minho, Min...ho eu preciso de você... alfa... por favor...

Ouvir Jisung implorar foi o ápice, eu que até então beijava seus pescoço e deixava leves marcas enquanto colocava meu cheiro sobre ele, comecei a deslizar minha boca pelo seu corpo até chegar ao seu quadril onde aproveitei para admirar uma ultima vez a calcinha de renda antes de usar meus dentes para destruí-la. Jisung poderia brigar comigo depois.

Eu quase uivei quando finalmente pude ver Jisung inteiramente nu, como aquele ômega podia ser meu. Eu era um puto sortudo.

_Minho está tudo bem?

Jisung me olhava preocupado, seu rosto vermelho seus lábios inchados dos inúmeros beijos, ele tentava esconder seu sexo em suas mãos envergonhado. Eu coloquei minhas mãos sobre a dele, disse:

_Não se esconda de mim.

Retirei as mãos deles do seu sexo e me abaixei entre suas pernas, eu precisava provar do meu ômega antes de fazê-lo meu. Nem mesmo cheguei a coloca-lo em minha boca e Jisung gemeu te tentou fechar suas pernas, mas eu não deixei e as segurei aproveitando para colocar seu sexo inteiro em minha boca.

O gosto do ômega na minha boca era surreal, eu só queria mais e mais, principalmente quando Jisung agarrou meus cabelos, me fazendo o deixar ditar os movimentos. Queria dar o máximo de prazer ao meu ômega.

_Minho, Minho eu vou...

O ômega não conseguiu terminar a frase e gozou na minha boca, como um alfa sedento eu recebi toda sua essência. Depois de limpar os resíduos com minha boca, eu soltei as pernas de Jisung e me ergui voltando a encarar seu rosto, ele estava todo molhado, seu cabelo grudando na testa, sua respiração ofegante e descompassada.

_Você é tão lindo, como eu pude ter tanta sorte.

Aproximei-me do seu rosto e tomei seus lábios engolindo cada um dos seus suspiros. O clima voltou a esquentar e o ômega assumiu o controle subindo em cima de mim. Seus cabelos estavam para todos os lados, suas mãos estavam sobre meu peito, nós nos beijávamos como se estivéssemos numa disputa.

_Minho eu quero você.

Aquelas palavras foram o suficiente para que eu retomasse o controle e colocasse Jisung em baixo de mim. Ele abriu suas pernas à timidez dando lugar ao desejo, então fiquei entre suas pernas e comecei a prepara-lo para mim. Antes de tudo pedi sua permissão e usei minha boca e meus dedos um de cada vez para alarga-lo para mim. Sua entrada parecia desesperada por mim.

Entre Alfas e ÔmegasOnde histórias criam vida. Descubra agora