Notas do Autor
BOA LEITURA!!!!!!!!!!!!
Faltavam dez minutos para a reunião, a sala de conferência da empresa que estávamos é enorme, não tanto quanto a que temos na Campbell do Brasil. Eu estava sentado na cadeira ao lado direito da cadeira central. Havia apenas eu e Srta. Lindsay na sala.
Srta Lindsay. Passei a noite pensando nela e no tal de Felipe. O que os dois fariam depois do jantar? Um adeus e cada um para o seu quarto? Sexo? Cinema? Iriam para um cassino e apostar toda a sorte em Vegas?
Bom, Sexo ela não faria. Pelo menos ela disse não fazer sexo no primeiro encontro.
Merda Matheus, aquilo não foi um encontro, e você já está ficando nervoso por causa da mesma mulher!
Olhei para ela novamente, estava sentada no pequeno sofá no canto da sala. Hoje estava usando um vestido, branco. Merda, ela fica gostosa num vestido branco. Seus saltos eram nude, o vestido com um decote arredondado, seus peitos grandes quase pulavam para fora, a boca num vermelho vivo estava entreaberta, e o óculos de sol estava no topo de sua cabeça, se fundindo com o cabelo Preto. Ela estava sexy. Não parecia uma secretária, e eu tive uma enorme vontade de jogá-la na grande mesa e lhe chupar até que que ela não tivesse mais forças para nada.
Passos no corredor me tirou dos meus pensamentos quentes com minha secretária, olhei em direção a porta e Ronald entrou na sala, acompanhado por Carmem, sua secretária.
Me levantei e Ayla fez o mesmo.
- Matheus, me desculpe a demora - seu olhar era sério.
Dificilmente eu o via sorrindo, pelo menos não via quando tinha as grandes festas em Chicago.
- Demore o quanto quiser Ronald - apertei sua mão.
- Sr. Campbell - Carmem apertou minha mão também.
- Srta Evans.
Carmem é uma mulher bonita, magra, alta e seios e bunda na risca. Ruiva, mas não natural. Como disse, bonita, mas Ayla ganhava dela. Ayla ganhava de todas. Seu pequeno excesso de peso a transformava na mulher mais gostosa do mundo. E eu não era o único a reparar nisso.
- Suponho que esta seja a Srta Lindsay - Ronald se virou para Ayla.
Ela lhe estendeu a mão e manteve a expressão séria, Ronald deu um mínimo sorriso com os olhos. Era perceptível que Ayla não levava desaforos para casa, e era mais que claro o quão responsável e inteligente ela era.
- Sr. Anderson - sua voz firme fez meu pau acordar.
Mas que droga.
- Srta Evans - Ayla deu um leve sorriso para Carmem, que retribuiu bem sincera na verdade. Como se fossem amigas já fazia algum tempo.
- Srta Lindsay.
Roland ainda encarava Ayla quando se sentou ao meu lado, ela pareceu não se importar, apenas abriu a bolsa e tirou o laptop de lá.
- Junte-se a nós Srta Lindsay - Ronald acenou para a cadeira ao meu lado.
Ayla se levantou e se sentou, pude ouvir o som do acendo se afundando e desejei que minhas pernas fossem sua cadeira e meu membro seu acento.
Decidi não olhar para ela, foi difícil mas isso me manteve focado na reunião, Ronald precisava de uma boa propaganda e ótimo cuidado para a nova conta da sua rede de joalherias, pelo menos era isso que eu esperava que fosse o assunto. Eu mal conseguia acenar a cabeça concordando. Ao meu lado Ayla digitava tudo ferozmente, pelo menos ela consegue se concentrar.
Ronald se levantou, apresentou slides, fez pausa para café, contou piadas, as quais tive que rir forçadamente, e então depois do que imaginei ser semanas ele deu a reunião por encerrada.
- Srta Evans, leve Srta Ayla para conhecer nossa empresa - Ronald fez um aceno para que elas saíssem.
Sophia se levantou, fechou o computador e saiu, apenas acenando com a cabeça.
Assisti seu rebolado até que saísse pela porta, quando voltei a encarar Ronald ele me olhava.
- Você está ferrado cara.
- O que? - perguntei.
- Você comeu sua secretária não foi? - mantive a expressão séria para ele, mas isso só fez tirar um sorriso de sua cara. - Matheus, dez anos nesse ramo já era pra saber que não se deve comer secretárias.
- Eu não comi a Srta Lindsay.
- Se ainda não, vai. Mulheres são pessoas perigosas. Se relar um dedo nela e ela te levar para a justiça, ganha a causa.
Mas Ayla não iria me entregar, ou iria? A profissão dela iria para o ralo junto com seu nome, ela não faria isso, eu estou a salvo.
De todos os pensamentos, esse foi o mais cretino Matheus.
- Se bem que ela é bem gostosa - Ronald coçou o queixo encarando a porta. - Se ela virar problema pode traze-la para mim, a receberei de braços abertos - deu uma piscadela.
- Ela não vai a lugar algum a menos que queira Anderson.
- Trate de agradá-la então Campbell, Carmem sabe o que fazer quando leva alguém para conhecer a empresa.
Ignorei o formigamento na minha barriga, e tentei não me ajustar na cadeira, seis meses no Brasil e esqueci como Ronald é direto.
- E Carmem? - vamos mudar o foco.
- Eu não como a Srta Evans se é o que quer saber, ela tem um namorado, babaca, mas tem. E eu tenho uma agenda lotada.
- Porque parece que as duas são muito amigas? - olhei pela porta de vidro elas passarem conversando animadamente.
- Porque elas são. Quem você acha que fecha os acordos entre nossas empresas? Seu pai?
Eu realmente pensava que era meu pai.
Então a Srta Lindsay faz bem mais que anotação, me preparar um café, e me proporcionar os melhores orgasmos?
- Agora preciso ir - Ronald se levantou. - Agradeça a Ayla por ela prestar atenção na reunião e levar tudo isso a sério.
Me levantei apertando sua mão estendida e então ele saiu da sala.
Meu pai ficaria aborrecido se soubesse do que aconteceu na reunião. Droga, ele iria me matar se soubesse o que aconteceu comigo e Ayla.
Tirei meu celular do bolso e digitei uma mensagem para ela, avisando que iria visitar um amigo e que era pra ela pegar um táxi, ela ficaria brava, mas eu não me importo.
Saí da sala seguindo caminho direto para o elevador, mandei uma mensagem para Brian perguntando onde estava. Ele respondeu assim que cheguei no carro.
"Na boate brow, está em Vegas?"
"Sim. Estou chegando" respondi.
Entrei no carro e saí pisando fundo, o quanto antes saísse de perto dela melhor seria. Felizmente a boate era longe de onde estava, e infelizmente o cheiro dela estava no meu carro. Abri os vidros para o ar circular e melhorar um pouco a o ponto de não me fazer ficar ereto.
Meu celular apitou no banco do passageiro e de relance vi a foto de Ayla quando a tela se acendeu. Ignorei, poderia usar o volante como desculpa.
Parei em frente a boate vazia e desci do carro. A Lust Club fica num lugar bem atrativo, fora ela há apenas duas boates na avenida, uma concorrência pequena para clientes grandes.
Entrei na boate ainda ignorando a mensagem da minha secretária, passei pelo pequeno bar da recepção e entrei no local da pista de dança, algumas mulheres ensaiavam uma coreografia ousada e sensual, outros funcionários organizavam o local, do lado direito onde ficava os quartos saiu uma senhora carregando um esfregão, ela cantarolava baixinho, era de conhecimento geral que Brian pagava bem para seus empregados.
A boate concentrava em tons fortes, vermelho e preto dominavam aqui, embora os quartos sugerissem algo diferente, havia quartos verdes, prateado e até mesmo creme para quem queria algo mais calmo. Não que eu já tenha vindo aqui, na verdade eu sou sócio desta boate, Brian lhe controla, e eu dei a capital inicial.
Subi a escada do lado esquerdo e segui o corredor da área VIP, passei por uma porta de vidro ali dentro já não se ouvia mais nada, nem empregadas cantarolando, nem a música sensual das dançarinas que estão ensaiando lá em baixo. Havia uma mesa vazia no canto que eu suspeitava ser de Ana, a tagarela e durona faz tudo do Brian. Ana é uma bela mulher, e bastante competente, sem dizer que é um crânio. Ela poderia trabalhar no grupo Anonymous sem problema algum.
Continuei meu caminho parando na enorme (e exagerada) porta dupla da sala do Brian.
Dei duas batidas de leve e abri a porta, Brian estava sentado com um PSP em mãos, os pés cruzados em cima da mesa, mordia a língua e apertava furiosamente os botões.
- Você demorou - falou.
- Oi pra você também.
Me aproximei sentando numa cadeira. destravei o celular e olhei a mensagem.
"Temos um jantar beneficente para irmos hoje às 20:30"
Franzi a testa tentando me lembrar de um jantar.
"Não me lembro de ter um jantar para ir"
Um minuto depois que seu nome piscou na tela novamente.
"Fomos convidados hoje por Ronald, será na casa de campo dele"
Bufei, coloquei o celular de volta na mesa e encarei Brian que agora me olhava de canto de olho.
- Cara, você está péssimo - falou.
Ergui uma sobrancelha em sua direção. Eu não estava péssimo.
- Parece que foi atropelado por um caminhão, seis meses atrás você parecia mais um galã de novela.
- Bela comparação.
- Se abre como papai, porque está com a cara tão marrada assim? - colocou o PSP na mesa e me encarou colocando as mãos atrás da cabeça.
- O que faz você pensar que não estou bem?
- Deixa-me ver - fingiu me analisar. - Seus olhos estão raivosos, seu terno impecável tem um amaçado no ombro direito, pela expressão facial parece que não tem um orgasmos à dias. Parou de trepar?
- O que? Não! Claro que não! - foi por esse motivo que Brian se tornou meu melhor amigo na faculdade, ele consegue persuadir a pessoa a dizer tudo o que lhe interessa, não é atoa que agora a rede Lust Club já está em seis cidades.
- Se eu não te conhecesse, diria que está sendo controlado por uma mulher - me encarou brincalhão e então ficou sério de repente. - Ai meu Deus, você está realmente sendo controlado por uma! Pensei que nunca veria esse dia!
- Eu não estou sendo controlado por uma mulher seu idiota!
Neste momento meu celular acendeu com uma foto de Ayla e uma mensagem embaixo "Traga máscaras para o jantar."
Brian soltou uma risada alta.
- Ela é minha secretária - falei entre dentes.
- Que você está traçando, aliás ela é bonita - disse ainda rindo.
- Ah, vai se foder - me levantei.
- E então, essa sua secretária, ela namora? - um brilho malicioso se passou por seus olhos enquanto olhava para a foto dela na tela do celular, era a primeira foto que eu vi dela, antes de voltar para o Brasil.
- Não, e você fique longe.
Conhecer Brian desde a faculdade é o mesmo que saber o quão galinha ele é, Brian pegou todas as garotas de todas as festas, e atualmente pega algumas de suas clientes.
- Não vou chegar garotão - piscou. - Ela é toda sua.
Rolei os olhos para ele.
- Aliás, porque veio me ver?
- Precisava ficar longe dela, mais um segundo ao lado dessa mulher e então eu seria preso por assassinato.
- Então se não fosse por causa da sua secretária você não teria vindo ver seu amigo? - balançou a cabeça incrédulo. - Que coisa feia Matheus.
- Não me chateie Brian - caminhei até seu mini bar pegando uma dose de whisky.
Ele deu de ombros voltando a pegar o PSP na mão, apesar dos anos, Brian continua um viciado em games, a primeira vez que fomos para uma festa, ele apostou com um cara que se ganhasse no jogo ele poderia pegar sua namorada. Acontece que o Brian ganhou, e a garota teve o melhor orgasmo da vida dela.
- A Ana não para de encher o saco, fico pensando se ela realmente não é uma espiã.
- O que ela fez agora?
- Depois que ela descobriu o nome de Kiki e Julie ela não para de falar o quão arriscado é a gente se encontrar, já que as duas são casadas e tem filhos.
- Kiki e Julie tem filhos? - conheci ambas em uma festa de empresários, eram lindas, corpo perfeito, olhos grandes e lábios carnudos.
- Pois é cara, e Ana fica falando que logo elas vão aparecer com um filho meu.
Fez uma careta e eu ri de sua reação, virei o copo e a bebida desceu rasgando.
Jantar beneficente onde Ayla seria minha acompanhante por obrigação. O que ela usaria? Qual calcinha ela usaria? Ela bem que poderia abrir suas pernas para mim essa noite, ou então deixar que eu as abra.
Meu celular apitou novamente e Brian olhou por cima do PSP.
- Ela está ficando brava - disse voltando a atenção para o jogo.
Caminhei até a mesa e li a mensagem "A casa de campo fica fora da cidade, a loja de máscaras fecha em vinte minutos, espero realmente que já esteja a caminho".
Droga, ela me controla como se fosse minha mulher. Apesar desse sentimento me agradar muito.
- Preciso ir - falei.
- Fale para ela que quero saber como conseguiu te controlar assim, talvez eu precise no futuro - sorriu de lado.
- Você não tem uma Intimidade - guardei o celular no bolso e caminhei até a porta.
- Mas tenho um membro - disse alto.
Ri e fechei a porta, certo, quinze minutos até a loja fechar.
Desci a escada apressado, passei pelo bar da entrada e então entrei no carro. A loja estava quase fechando quando entrei, uma atendente veio logo em minha direção, seu sorriso era de lado e ela me lançou uma piscadela sexy.
- Posso ajudar? - sua voz tentou soar sedutora, mas ela não conseguiu, na verdade não conseguiu nem atrair minha atenção por muito tempo.
- Procuro máscaras para uma festa.
Ela fez um aceno pedindo para que a seguisse, me mostrou inúmeras máscaras, desde as mais simples até as com pedras de brilhantes. Porém uma me chamou atenção, era simples, preta, alguns detalhes vazados e nada de pedras.
- Você teria o par para esta?
- Claro - ela sorriu e se afastou, voltou em dois minutos com a máscara.
O mesmo material, também vazada, mas havia pequenas pedras, era linda, e imaginando apenas os olhos da Srta Durante ali já me fez prender um gemido.
- Fico com elas - falei caminhando até o caixa.
Quando voltei ao carro, fiz uma luta interna para não abrir a caixa e bater uma ali mesmo, olhei o relógio e já eram 19:00 horas.
Dirigi até o hotel, céus parece que faz semanas que não transo.
Passei pela porta de Ayla, eu mesmo iria colocar sua máscara, mas precisava de um banho primeiro. Acabei tocando uma três vezes no banho, quando saí peguei meu terno preto e então vi algo brilhante na mala. Senti uma fisgada no meu membro novamente.
Tirei meu brinquedo da mala e coloquei no bolso, sentindo o peso do que estava prestes a pedir.
Com a caixa da máscara em mãos caminhei até o quarto ao lado. Bati e então minha secretária abriu a porta.
- Uau.
Ela deu um sorriso de lado.
Sua boca estava num tom vinho, o cabelo caindo em grandes cachos, ela vestia um vestido preto, alças finas com um belo decote que realçava o vale do paraíso. O vestido era longo e além do decote ele era aberto em uma perna, uma abertura que para meu sofrimento ia até metade da coxa. Consegui ver até seus sapatos, os sapatos proibidos para trabalho.
- Meu rosto está aqui em cima Matheus - sua voz despertou algo em mim.
Voltei a encarar seus olhos, me encarava divertidos, como se estivessem gostando de torturar.
- Trouxe a máscara - falei baixo.
Merda, ela não iria concordar em usar as bolas.
- Entre por favor - abriu espaço.
Quando fechou a porta fiz a única coisa que consegui. Lhe prendi na parede e ataquei seus lábios.
O gosto de menta e Ayla me acertou em cheio, senti suas mãos no meu cabelo e as minhas indo em direção a seus peitos.
Essa mulher iria me levar para o precipício, e eu iria sem reclamar.
Por falta de ar me afastei, e fiquei feliz ao ver seu batom tão perfeitamente aplicado borrado por causa de meu ataque.
- Quero te pedir uma coisa - tirei as bolas do bolso. - Quero que as use na festa.
- Acho que você adora me ver andando com algo entre as pernas - ela sorriu de lado.
Ayla levantou o vestido revelando a minúscula calcinha vermelha, que eu iria rasgar depois.
- Até que você é bem safada - passei a mão sobre a calcinha, sentindo o quão molhava estava. - Abra a boca - ela abriu, coloquei a bola ali. - Chupa.
Seus lábios se fecharam e eu imaginei que fosse meu membro, seria capaz de gozar apenas assistindo Ayla chupar as bolas de prata. Sua boca borrada e seus olhos carregados de malícia estavam me levando a loucura. Levei os dedos novamente até sua calcinha.
- Se não fosse por este jantar, eu te foderia agora mesmo - sussurrei.
Ayla gemeu em resposta.
Tirei a bola de sua boca e ela mordeu seu lábio inferior com cara de inocente.
- Levante o vestido, e fique de quatro na cama - ordenei.
Ela caminhou até a cama, levantando o vestido e empinando sua enorme bunda pra mim. Dei um tapa, que lhe tirou um grito assutado. Lutando contra a vontade de lhe rasgar a calcinha, abaixei a peça expondo sua pele molhada. Deslizei um dedo para dentro, Ayla se arrumou na cama, rebolando de leve.
- Essa noite vou querer você nesta posição - sussurrei em seu ouvido.
Passeei as bolas sobre seu clitóris e ela tremeu com o contato gelado, comecei a introduzir.
- Você é tão gostosa - coloquei uma bola, Ayla gemeu. - Aposto que gozou esta noite para mim - murmurou um sim e gemeu ainda mais quando coloquei a segunda bola. - Hoje você vai andar muito minha querida, a festa inteira, e eu irei te observar - coloquei a terceira bora.
Deslizei o dedo por seu clitóris mais uma vez e plantei um beijo em sua bunda, subindo a calcinha no lugar.
- Agora se levante, e repasse seu batom.
Ayla se levantou de vagar, gemendo ao sentir as bolas dentro de si, arrumou o vestido e caminhou até o banheiro, ouvi a torneira sendo ligada e caminhei até o espelho do quarto, tirei com um lenço o batom da minha boca e fui colocar minha máscara. Quando terminei de amarrar, Ayla apareceu na porta do banheiro, o batom retocado, um brilho excitante nos olhos e se mantinha em pé, ereta.
Fiquei ao lado da cama e fiz sinal para que se aproximasse, ela andava perfeitamente bem, como se nada a incomodasse, porém a boca vez ou outra se abria minimamente para passagem de ar. Ela seria minha distração perfeita neste jantar.
Dei a volta nela colocando sua máscara.
- Você está muito calada, Srta Lindsay - sussurrei em seu ouvido.
- Você é um cretino Sr Campbell.
Dei um tapa em sua bunda, e ela gemeu enquanto deu um pulinho.
- Se manter sua boca bem aberta, no meio do jantar eu irei te foder, correndo o risco de todos nos verem.
- Sua sorte é ter uma língua hábil e um membro gostoso.
Amarrei a máscara e depositei um beijo em seu pescoço.
- Assim eu me sinto usado minha cara.
Contornei seu corpo, a máscara ficou como imaginei, seus olhos grandes e famintos me fitavam com um brilho incrível, a máscara preta contrastava com seu tom de pele, meu membro se agitou com a visão.
- Merda, vamos antes que eu te jogue nessa cama e ficamos nela até amanhecer.
Com um sorriso no rosto, Ayla passou por mim rebolando, pegou a mão de bolsa e esperou que eu saísse para trancar a porta. O caminho até a casa de campo de Ronald foi silencioso, quando chegamos um manobrista se encarregou do carro e a minha preocupação foi levar Srta Lindsay, sã e salva de mim mesmo, até o centro da festa.
- Sabe, essas bolas são gostosas até - ayla sussurrou sorrindo. - Não imagina o quão escorregadias estão, aposto que você iria adorar ser elas.
Gemi em resposta, talvez não foi uma boa ideia isso afinal.
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Chefe Irresistível
RomansaMatheus Campbell e Ayla Lindsay. Um importante empresário e uma secretária "boazuda". Ele, todo sexy e mandão, ela ponta firme e com um pavio bem curto. Por obra do destino acabaram tendo que trabalhar juntos, e no meio de tantas brigas e discussões...
