Não entre naquela porta

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Era uma bela tarde de outono, quando a jovem Katie chegou à grande mansão onde começaria a trabalhar como empregada doméstica

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Era uma bela tarde de outono, quando a jovem Katie chegou à grande mansão onde começaria a trabalhar como empregada doméstica. Apesar de o lugar parecer assustadoramente silencioso, ela decidiu seguir em frente e enfrentar o desafio pois estava precisando muito do trabalho.

Ao adentrar a casa, Katie se deparou com enormes janelas, cortinas brancas e muitos objetos de decoração espalhados pela casa. Tudo, de certa forma, parecia funcionar como um grande cenário de um filme de terror. Mas, assim como a jovem, a família que a contratou também tinha um aspecto estranho.

Aos poucos, Katie foi conhecendo melhor a família para a qual trabalhava. Eram pessoas frias, distantes e que pareciam não conversar muito. Além disso, havia algo de estranho em cada canto daquela casa misteriosa. Ela começou a perceber que em alguns momentos os quadros e móveis pareciam mexer, como se algo os estivesse agitando.

Um dia, enquanto limpava o corredor da casa, Katie encontrou uma porta metálica até então desconhecida para ela. A curiosidade a levou a entrar, e foi neste momento que tudo mudou. Naquele cômodo, haviam diversos equipamentos médicos, incluindo vários potes de vidro contendo fetos e peles, de seres humanos e animais.

Antes que pudesse entender o que estava acontecendo, Katie foi surpreendida pela chegada de uma das filhas dos donos da casa. Em questão de segundos, ela foi agarrada por um monstro grotesco, sem olhos, dentes grandes e afiados, sem pelos no corpo e com um grande rabo, de cor vinho e unhas compridas. Katie tentou escapar, mas foi pega e comida pelo monstro.

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