Harry so queria velos uma vez, era tudo o que ele queria, não precisava de mais nada, e assim ele fez
Voltou no tempo, nada que uma simples conversa afete certo?
Ao voltar a algo diferente..... seus pais estão vivos, Sirius esta vivo, Remo todos e...
My body's on the line nowI can't fight this time nowI can feel the light shine on my faceDid I disappoint you?Will they still let me over?If I cross the line?
Take a seat But I'd rather you not be here for What could be my final form Stay your pretty eyes on course Keep the memories of who I was before
Harry James Potter
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A luz era fria.
Não a luz do sol, nem de velas — mas uma luz que parecia vir de dentro da própria terra, antiga, indiferente, quase viva. Ela pulsava sob as pedras gastas do chão onde Harry jazia, imóvel, os olhos fechados, a cicatriz quieta pela primeira vez em muito tempo.
Silêncio.
Era como se o mundo tivesse prendido a respiração.
E então... uma lembrança. Não dele. Algo estranho, arrancado do tempo. Um garoto — cabelos pretos, olhos cinzentos como os de Sirius — de pé diante de um medalhão brilhante. Regulus Arcturus Black. Sozinho. Determinado. "Eu não vou deixar ele vencer," ele diz, antes de ser puxado para a água escura, afogado por inferi, e pelo silêncio da história.
A lembrança se apaga como fumaça.
Outra visão o atinge, mais violenta. Uma mulher — cabelos loiros desgrenhados, um sorriso gentil — corre por uma floresta densa com um colar escuro nas mãos. Pandora Lovegood. Ela sussurra feitiços antigos, proibidos, até que o mundo explode em luz púrpura. E então, nada.
Harry geme baixo, o corpo se contorcendo no chão. Os olhos se abrem por um momento — vê teto de pedra, veios de magia fluindo como rios invisíveis.
Mais visões.
Snape. Mas não o professor amargo que ele conhecia. Snape, ajoelhado diante de uma lápide. "Sempre," ele sussurra, os olhos cheios de algo quebrado. Um feitiço antigo o envolve — ele está protegendo algo. Protegendo ele. Sempre esteve.
E por fim, ele.
Dumbledore.
Alvo Percival Wulfric Brian Dumbledore.
Mas não sorridente, não sábio. Frio. Calculista. "Ele deve morrer, Severus. O menino é... necessário. Uma peça. Só isso." "Você... está falando de uma criança," responde Snape, a voz trêmula. "Estou falando da vitória. E às vezes... ela exige sacrifícios."