Harry so queria velos uma vez, era tudo o que ele queria, não precisava de mais nada, e assim ele fez
Voltou no tempo, nada que uma simples conversa afete certo?
Ao voltar a algo diferente..... seus pais estão vivos, Sirius esta vivo, Remo todos e...
The world's not perfect but it's not that bad If we got each other and that's all we have I will be your mother and I'll hold your hand You should know I'll be there for you When the world's not perfect, when the world's not kind If we have each other then we'll both be fine I will be your mother and I'll hold your hand You should know I'll be there for you
Harry James Potter
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O sol batia suave no quintal, e o ar estava cheio de risadas e pequenas partículas mágicas dançando na luz dourada. Harry observava Sofia correr ao redor da árvore central, o cabelo castanho balançando, e Teddy tentando alcançá-la, rindo sem parar. O coração dele parecia um tambor acelerado — não só por ver as crianças, mas porque cada gesto deles carregava uma familiaridade que doía e encantava ao mesmo tempo.
O garoto correu até ele, pulando nos braços do irmão mais velho imaginário. Harry sorriu, sentindo a sensação de proteção e carinho que nunca tivera com os Dursley. Ele abaixou-se para pegar Teddy, que se agarrava às suas pernas com força, rindo sem parar.
— Vocês estão... incríveis — disse Harry, tentando conter a emoção que ameaçava transbordar. — Nunca pensei que... que teria irmãos assim.
— É o nosso segredo, Harry! — respondeu Sofia, piscando. — Mas agora você está aqui, então podemos brincar de verdade!
Teddy já estava puxando a mão de Harry, correndo em círculos, e Sofia ria tentando alcançá-los. O mundo parecia simples e seguro, pelo menos por alguns minutos. Harry riu junto, deixando o peso do outro mundo — os feitiços, as marcas, o caos — escorrer como água da sua mente.
Enquanto brincavam, Libby observava discretamente de longe, certificando-se de que tudo estava seguro. Ela sorriu ao ver Harry rindo genuinamente, uma alegria que há muito não se manifestava.
— Mestre Harry, está se divertindo? — perguntou Libby com delicadeza.
— Sim... muito — disse Harry, sentindo-se estranhamente leve. — É... diferente de tudo que já vivi.
A cada risada das crianças, Harry percebia algo ainda mais profundo: esse lugar, essas pessoas, eram reais, e pertenciam a ele de um jeito que ninguém jamais pertencia na sua outra vida.