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A bruxa mais brilhante 


That's so true

Made it out alive, but I think I lost it
Said that I was fine, said it from the coffin
Remember how I died when you started walking?
That's my life, that's my life
I'll put up a fight, taking out my earrings
Don't you know the vibe? Don't you know the feeling?
You should spend the night, catch me on your ceiling
That's your prize, that's your prize


Hermione Jean Granger 

Hermione Jean Granger 

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              Hermione encarava o reflexo no vidro da janela do Salão Comunal da Grifinória. A noite estava fria, e as velas flutuando ao redor lançavam sombras trêmulas que pareciam zombar da inquietação que a consumia. Lá fora, a lua se escondia atrás de nuvens pesadas, como se o próprio céu compartilhasse da tristeza que ela sentia.

Desde que Harry desaparecera, a torre nunca mais parecera a mesma.
O lugar que costumava ser o coração pulsante de Hogwarts agora estava silencioso, sufocado por uma sensação de perda que ninguém sabia nomear.

Ron estava sentado no sofá, o corpo curvado, os cotovelos apoiados nos joelhos e as mãos cobrindo o rosto. Hermione sabia que ele estava chorando em silêncio, mesmo tentando esconder.
Ela sentia vontade de ir até ele, de abraçá-lo, mas as próprias lágrimas já a cegavam.

Harry não era apenas o amigo deles.
Ele era o elo, o fio condutor que mantinha os três juntos.
Sem ele, o mundo parecia... quebrado.

Gina estava em frente à lareira, as mãos apertadas contra o peito, os olhos vermelhos de tanto chorar. As chamas lançavam reflexos dourados em seu cabelo ruivo, criando uma ironia cruel: era como se Harry estivesse ali, em algum lugar no brilho daquele fogo.
Mas não estava.

— Ele... ele não teria simplesmente desaparecido assim. — Gina falou, a voz falhando enquanto tentava soar firme. — Ele deve estar em algum lugar, e nós vamos encontrá-lo.

Ron ergueu a cabeça, os olhos marejados.

— Gina, já procuramos em todo canto! — gritou, a dor transbordando em raiva. — Vasculhamos Hogwarts, Hogsmeade, o Beco Diagonal... até lugares que nem deveríamos ter ido! E nada!

Hermione respirou fundo, tentando controlar o próprio choro.
— Não podemos desistir, Ron — disse, firme, mesmo com a voz trêmula. — Eu... eu não vou desistir dele. Harry é... ele é como meu irmão. E eu sei que ele está vivo.

𝕯𝖆𝖗𝖐 𝕸𝖆𝖗𝖆𝖚𝖉𝖊𝖗𝖘Onde histórias criam vida. Descubra agora