*Concluida.>>> 𝙊 𝙍𝙚𝙞 𝘾𝙝𝙞𝙨𝙩𝙤𝙥𝙝𝙚𝙧✓
⋆⁺₊⋆▔▔▔▔▔▔▔▔ 𝓞nde a moça sempre suspirava ao admirar o vizinho, um jovem rei que passava horas e horas lendo em seu jardim particular. Ele era tão bonito! Se ao menos olhasse para cima e anotasse ali...
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Narrator on:
O REI DESPERTOU com a claridade do sol batendo em seu rosto. Apesar de sua falta de sono, adormecerá fora do horário. E ainda ao relento, no meio de um canteiro de flores. Fazia frio. O rapaz encolheu-se sob seu manto e, ainda sentindo o gosto dos beijos da moça, descobriu-se sozinho no jardim. Naquela manhã, resolveu procurá-la entre a criadagem.
Não há encontrou. E, mais integrante, não havia nenhuma criada com a descrição que ele dera. Na capital do reino, onde ficava o palácio real, seus guardas também não a acharam.
— Essa moça existe mesmo, majestade? —queixou o comandante da guarda.— Ninguém some assim tão rápido, feito fumaça.
O rei nem respondeu ponto controlou sua impaciência, certo de que a encontraria de madrugada.
[...]
O que o rei não podia adivinhar é que, naquela manhã, Minho entrou no quarto da irmã pela primeira vez em muitos anos. Primeiro brigou com ela por tentar falar com o criado e, depois, por achar que tinha direito de chamar o irmão. E foi neste momento que finalmente a moça entendeu o que significava ter direitos.
— E por que não posso viver em liberdade? —perguntou a moça.
O Minho estreitou os olhos.— E de onde você tirou esse ideia. —desconfiou. Passando em revista o quarto da irmã, reparou na fresta entre as tábuas da janela.— Claro, é espiar o mundo que a fez ter essa ideia. —deduziu.
Imediatamente ordenou a um dos criados que trouxessem pregos, materno e um pedaço de madeira. E, para garantir que o serviço fosse bem feito, ele mesmo vendo a fresta.
— Agora sim. —disse, satisfeito. Nem mesmo um fio de luz poderia entrar naquele ambiente opressivo.
—Liberte-me, irmão, por favor! —ela implorou.— Deu a minha palavra que não vou reivindicar minha parte da nossa fortuna. —a mesma gruda em seus pés.
Minho pareceu leva um choque, um choque pelo que a irmã mais nova dizia.— De onde você tirou mais ideia? —preocupou-se.
— Que ideia?
— De que você tem direito à minha fortuna!
— E por que não teria? —perguntou.— A herança também é minha.
— Sua? —o mesmo gargalha, fazendo a irmã olhar para ele com um olhar de que não entendia.— Você acha que só porque que os MEUS país te adotaram, você faz parte da família? Essa herança é minha e sempre será.
— Minho, por favor. —Mais uma vez ele passou em revistar o aposento, chegando à conclusão de que oferecia muito espaço para a moça circular.
— Claro, é ter tanto espaço que a fez ter essas ideia. —deduziu.— Como eu disse, a herança é minha S/n, e você nunca vai encostar um dedinho nela.
Imediatamente ordenam a um dos criados que trouxesse água, cimento, pá e uma resistente corrente de ferro. E, para garantir que o serviço fosse bem feito, ele mesmo abriu um buraco no chão, colocou nele uma ponta da corrente, preparou o cimento, usou-o para abrir tudo, depois prendeu a outra ponta ao redor de um dos tornozelos da irmã.
— Agora sim. —disse, ainda mais satisfeito. Chorando, a moça achou mais seguro esconder suas ideias.
— É melhor estar aqui, viva, do que morta, dentro de um caixão. —o irmão consolou-a.— Se você falar de novo com os criados, eu te mato. —o mesmo se vira, e saí do quarto, fazer S/n se derramar de lágrimas.
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