Capitulo 13: Uma Lenda

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Há muito, muito tempo, na época em que os continentes eram unidos em Pangeia, caiu-se um meteoro que deu luz aos super humanos, separou os continentes e extinguiu os primordiais.

Os primordiais eram humanos extremamente evoluídos, diferentemente do Homo Sapiens, Neandertais e outros seres que existiam na época. Esses eram tão desenvolvidos, que eles traziam consigo poderes assombrosos.

Alguns milênios depois do meteoro, o homo sapiens se desenvolveram e se tornaram os super humanos, com capacidades similares à dos primordiais, graças à virtude que o objeto deixara para trás, o qual chamava-se primordis.

Por um tempo, os Super Humanos viviam em harmonia e união, a vegetação da Terra teve muitas mudanças e a tecnologia avançou aos poucos. Entretanto, havia um grupo de primordiais que pretendia reestruturar o seu reinado e a sua força, dominando os seus "sucessores"

Entretanto, os Super Humanos não aceitariam se submeter aos primordiais, então, uma resistência de poderosos Humanos começaram a travar uma terrível guerra, que abalou as estruturas do planeta.

Super humanos numerosos lutaram contra os primordiais por anos, mas seu poder era muito baixo em relação aos remanescentes da Terra primordial. Vendo que nunca iriam se igualar em poder aos seus inimigos, os humanos criaram armas lendárias com os fragmentos do meteoro, e junto do elemento químico, surgiu os lendários anéis sentimentais, cada um com uma utilidade diferente.

Já as armas lendárias eram feitas de Oricalco e mesclada ao primordis. Muitos acabaram perdendo a vida, tanto dos remanescentes, como dos super humanos. Porém, graças ao sua desvantagem numérica, o restante dos primordiais foram mortos ou expulsos do planeta, enquanto os super humanos começaram a povoar a terra.

Essa guerra regrediu a humanidade ao ponto zero e as tecnologias antigas se perderam com o tempo, e a guerra fora esquecida, se transformando numa lenda.

Mas depois de uma longa história, sempre surge outra muito maior....

Cinco milhões de anos depois

Muito tempo se passou e aquelas grandes guerras não passavas de histórias infantis que eram contadas para inspirar guerreiros, desde os mais fracos até os mais fortes. Dentre eles, existia um clã que esbanjava poder e influência no século XIX, e eram chamados de Kagami.

O clã era famoso por ser uma espécie de exemplo para outros clãs e países no mundo a fora e tinha um regime igualitário, onde todos viviam como irmãos uns dos outros. Eles tinham a função primordial de proteger e lutar contra o mal, e em sua missões, era matar ou ser morto, pois os maus nunca serão piedosos.

Entretanto, boatos de uma profecia de que um grande mal nasceria do clã Kagami começaram a circular em todo o Japão, preocupando a todos os seus cidadãos... Inclusive o seu próprio líder

Algum tempo depois desses boatos, nasceram duas meninas idênticas. Gêmeas de nascimento, nascidas de Kaori Kagami e do líder Nojima Kagami, tidas como um ying yang. As duas nasceram com poderes assombrosos e incomuns para todos os que estavam ali. E eles lhes deram o nome de Akira e Akura.

Akura, a filha mais nova, continha poderes de regeneração e cura avançadíssimos para uma criança, podendo curar-se rapidamente de hematomas gravíssimos em pouquíssimo tempo. Mas o que era para gerar orgulho, acabou gerando rejeição por parte de seus pais, que a julgaram como uma aberração, por causa do medo que aquela profecia gerava em seus corações.

A menina cresceu rejeitada pelos pais, tendo apenas o carinho e o apoio de sua irmã mais velha, Akira, que a incentivou usar seus poderes para ajudar as pessoas. Motivada, Akura decidiu se tornar a melhor médica do clã, se destacando rapidamente como tal.

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