"Mentiras podem ser tão convincentes quanto juramentos... ou até mais perigosas."
James Potter o popular e brincalhão capitão do time de Quadribol da Grifinória, se viu numa situação complicada. Ele precisava de uma acompanhante para o baile anual d...
Antes de iniciar o capítulo, olha que coisa linda que a IA, me permitiu fazer desse casal que tem o meu coração:
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O céu encantado do grande salão principal, estava branco naquela manhã. Pequenos flocos de neve, deslizaram dançando lentamente pelo grande teto abobado. Vez ou outra, uma nuvem se movia, mas a maioria do tempo, elas permaneceram densas e escuras, um lembrete do frio rigoroso e do Natal que vinha se aproximando a passos ligeiros e titubeantes em Hogwarts.
E do prazo que batia à sua porta como uma velha conhecida.
Amélie tentou não pensar naquilo. Ao menos, não naquele momento.
— Você está me ouvindo, Elie? — Selen chamou, a tirando de seu torpor de pensamentos.
A garota piscou envergonhada.
— Desculpe, o que é que você estava falando mesmo?
Selen suspirou largando o garfo sob o seu prato. Ela cruzou as mãos e lançou um olhar especulativo para a morena, que sorriu incerta.
Amélie se remexeu, sentindo-se deslocada e… longe. Embora, seus pensamentos estivesse criando uma nuvem tempestuosa acima da sua cabeça. A deixando com igual confusão.
— Eu estava perguntando a você, se já conseguiu fazer a lista de tarefas do teste de Niem’s, que o professor passou? — Indagou curiosa.
A Parker piscou.
Não lembrando-se disso ou de quaisquer outras tarefas. Já havia passado a noite anterior terminando os últimos resquícios do trabalho de poções que iria apresentar naquela tarde com James.
— Eu… não faço ideia de onde larguei aquele pergaminho. — Revelou incerta.
— Merlin! — A Hale suspirou. — Queria ser uma penseira nesse momento, para descobrir o que anda se passando em sua cabeça.
Ah sim, lá estava novamente. A desconfiança, brotando dos cantos mais amargos de Selen e incomodando Amelie com fervor. As duas ainda não sabiam da farsa, e cada dia que passava a culpa a corroia com mais intensidade.
— Não seria uma boa ideia. Você não acharia grandes coisas. Nada importante. — Elie admitiu a contragosto.
— Eu estou vendo! A algo que lhe incomoda? Tá tão aérea ultimamente.
Amélie pensou em uma resposta boa, uma resposta bem ensaiada e repassada sobre estar muito envolvida em outras coisas, mas espere… que outras coisas? Nem mentir mais ela conseguiria.
Sua vida girava em torno de uma farsa e o seu contrato exclusivo. Como diria que estava ansioso pelo fim da farsa, mas que ao mesmo tempo, odiaria que isso a afastasse de Potter e da amizade especial que haviam construído.
Se é que, o garoto de ouro da grifinória a via da mesma maneira.
Sua sorte foi quando April se juntou a elas na mesa. Seus cabelos loiros revoltosos, em contraste com seu olhar calmo do mar em dias de baixa maré.