07 | Não sou mulher de brincadeiras

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Eu ainda estava me sentindo estranha e receosa depois do que havia acontecido comigo, eu confesso que eu nunca fui uma mulher de ter medo de absolutamente nada, porém naquele momento eu senti medo de morrer, afinal haviam duas armas apontadas para...

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Eu ainda estava me sentindo estranha e receosa depois do que havia acontecido comigo, eu confesso que eu nunca fui uma mulher de ter medo de absolutamente nada, porém naquele momento eu senti medo de morrer, afinal haviam duas armas apontadas para a minha cabeça, e a minha vida estava por fio naquele momento, eu realmente achei que o pior fosse acontecer até aquele homem misteriosamente lindo, sexy e alto aparecer ali para me salvar, ele lutou corajosamente com aqueles malditos de uma forma que eu nunca vi antes, ele foi mesmo muito corajoso, realmente esse homem deve ser um excelente guarda costas,

Afinal ele havia se arriscado para me salvar mesmo sem nem ao menos me conhecer, e ainda não quis nada em troca, ao contrário ele ainda quis me proteger me acompanhando até o meu condomínio, mas eu realmente não achei que isso foi necessário, porém eu acabei notando que ele acabou indo atrás de mim do mesmo jeito, eu tenho certeza que ele pensou que eu não iria perceber, mas eu percebi muito bem que ele foi me acompanhando e me seguindo de longe, ele realmente havia ficado preocupado comigo, tanto que até me deu o seu cartão com o seu número de celular se acaso eu precisasse dele para algo, ele realmente se preocupou de verdade, e isso era chocante e surpreendente pra mim, afinal ninguém nunca havia se preocupado comigo a esse ponto, esse homem era mesmo intrigante.

Dul: Por que eu não me surpreendo por encontrar vocês dois tomando uma boa dose de café depois de encomendarem a minha morte? - Pergunto de forma irônica enquanto dava de cara com os encostos dos meus irmãos tomando café na minha mais nova empresa.-

Rocco: Mas do que você está falando sua cobra? - Perguntou o sonso enquanto se levantava da cadeira como se estivesse "ofendido".-

Téo: Deve ser mais uma das alucinações insuportáveis dela que agora está se achando ainda mais importante por estar a frente da empresa do nosso pai.

Dul: Em primeiro lugar eu não me acho importante, eu sou importante, e em segundo lugar eu odeio gente sonsa então não me venham com essas caras porque vocês dois sabem muito bem do que eu estou falando.

Rocco: Você acha mesmo que nós sabemos do que você está falando Dulce? Você adora viver nos acusando de coisas completamente sem sentido. - Disse ele enquanto tentava me enganar, ah mas eles iriam se arrepender disso.-

Dul: Vocês tem noção de que eu estou abrindo mão do meu tempo que é precioso e super caro para estar aqui na frente de vocês dois? Acham mesmo que vão conseguir me enrolar esse teatrinho de centavos? - Pergunto enquanto sorria de forma debochada para eles.-

Téo: Nós não fazemos idéia do que você está falando, já não é o suficiente ter tomado o nosso lugar na empresa do papai? O que mais você quer agora Dulce maria?

Dul: Como eu poderia tomar algo que sempre me pertenceu? - Pergunto enquanto olhava para eles de forma óbvia.- Vocês sempre souberam que eu nasci para os negócios, então por que estão surpresos com o fato de tudo está agora nas mãos de quem deve estar?

My dear bodyguard (FINALIZADA)Histórias para pegar e não largar. Descubra agora