Sinopse
Cansada de ter que lidar com as ameaças e planos maléficos dos seus irmãos interesseiros, a grande empresária Dulce Maria Saviñón decidi contratar o guarda costas, Christopher Von Uckermann para lhe proteger das armações e intentos da sua fa...
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O casamento do meu irmão foi praticamente perfeito, eu me emocionei bastante do começo ao fim, eu estava tão feliz por ele e por Mai que mereciam toda essa felicidade, e todo o amor do mundo, e para tornar esse dia ainda mais perfeito Dulce estava ali ao meu lado, eu estava gostando de observar a sua reação diante do casamento, ela parecia bastante curiosa com cada detalhe, uma hora ela até me perguntou porque as pessoas choravam tanto em casamentos, e eu confesso que eu achei isso bem engraçado, porém no fim eu fiquei todo feliz ao perceber que ela estava gostando de estar ali,
E que a sua visão de que casamentos eram "tenebrosos" haviam mudado, agora ela realmente acreditava que as pessoas podiam se casar por amor, isso não significa que ela ainda pensava em se casar, e isso era algo que ainda mechia comigo, afinal será que ela nunca aceitaria se casar comigo caso o nosso relacionamento se tornasse algo muito mais sério? Afinal tudo o que eu mais sonho é me casar, e eu quero isso, com ela, que é a mulher da minha vida, a única que eu quero viver para sempre, porém será que ela seria capaz de querer o mesmo que eu?
Bom essas eram realmente perguntas complicadas demais. No dia seguinte eu deixei Dulce na sala da sua empresa ela havia me pedido para voltar ao seu apartamento para pegar um documento ela havia se esquecido, porém assim que as portas da empresa se abriram eu acabei dando de cara com alguém que eu não desejava. Téo: Mas olha se não é o cachorrinho da minha irmã que está por aqui, a Dulce já chutou a sua bunda? - Perguntou ele em tom de pura provocação e deboche, revirei os olhos.-
Ucker: O que você está fazendo aqui? - Pergunto enquanto o olhava de braços cruzados.-
Téo: O que você acha que eu vim fazer aqui gênio? - Perguntou ele enquanto sorria de forma toda irônica pra mim.-
Ucker: A Dulce já deixou ordens expressas que não quer você na empresa dela, então nem pense que vai entrar aqui. - Digo enquanto erguia a minha cabeça para encara-ló.-
Téo: E quem vai me impedir? Você? - Perguntou ele enquanto soltava uma risada altamente debochada.-
Ucker: Sim, por que? Você tem alguma dúvida disso? - Pergunto enquanto forçava um sorriso para ele que fechou a cara.-
Téo: Escuta aqui cara você tem noção com quem está falando? - Perguntou ele de forma completamente furiosa.-
Ucker: Provavelmente com alguém que vive agarrado nas calças do papai. - Digo enquanto sorria de forma completamente irônica.-
Téo: Mas como você se atreve a falar assim seu guardinha de quinta? Você está se achando muita coisa não é? Mas você não passa do capacho da Dulce.
Ucker: E você não passa de um garoto mimado que vive agarrado no sobrenome e na influência do papai. - Retruco enquanto estreitava os olhos e o encarava, fala sério que cara mais irritante.-
Téo: Sai da minha frente porque eu vou entrar, eu quero falar com a Dulce. - Ordenou ele enquanto tentava passar por mim porém eu acabei segurando o seu braço com força.-