— O julgamento está perto. — disse Agatha, inquieta.
— Pois é... e nada da Eliza. Até quando, Clay? Até quando a gente vai esconder que ela está viva? — questionou Ruggero, já sem paciência.
— Até a gente saber onde ela está. Agora... a gente não pode contar nada. — respondeu Clay, firme, mas tenso.
— A Eliza está com um psicopata, não percebe? Um psicopata, Clay! O Lauro é capaz de matar ela! — gritou Ruggero.
— Eu sei, Ruggero! Mas a gente não tem uma droga de prova sequer! — rebateu Clay, irritado e impotente.
— A gente tem que agir. — disse Agatha, com os olhos cheios de medo.
— Como? A gente nem sabe onde a Eliza está! — retrucou Ruggero.
— Não sei. Sinceramente... não sei. — murmurou Clay, cabisbaixo
Enquanto isso...
— Olá, Eliza. — disse Lauro, entrando calmamente no cômodo.
— Onde eu estou? — perguntou Eliza, com a voz fraca, porém firme.
— Em um lugar seguro. — respondeu ele, sorrindo de canto.
— Onde? — insistiu ela.
— Foi você quem escolheu... veio comigo, Eliza. Eu não tenho culpa. — disse Lauro, com tom manipulador.
— Foi pra salvar eles! Seu idiota!
Você realmente acha que um dia eu vou gostar de você?
Esse dia nunca vai chegar. Nunca. — cuspiu Eliza, com raiva.
— Ah... então deixa eu te dar um spoiler. — disse Lauro, se inclinando devagar.
—Ah... então deixa eu te dar um spoiler. — disse Lauro, se inclinando devagar.
— Seus amiguinhos... deram você como morta.
Isso que é amizade, né? — riu ele, com desprezo.
— Foi o melhor a se fazer. — respondeu Eliza, tentando manter a calma.
— Eu não concordo... mas você que sabe.
Bom, eu tenho que sair agora.
— Beijo. — disse Lauro, sarcástico, saindo e trancando a porta.
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Seus segredos Estão guardados comigo-2 O Julgamento De Eliza Monteiro
Misterio / SuspensoTrês meses se passaram desde o velório de Eliza Monteiro. Os meninos ainda estão assustados com a sua morte e temem o que Lauro pode fazer. Segredos sombrios e perigosos estão prestes a ser revelados...
