O dia foi incrível. Megumi se divertiu muito, e Yuuji virou seu melhor amigo. Desde então, eles se tornaram inseparáveis.
Hoje, a família Gojo foi fazer um passeio, e Megumi chorou e implorou para que seus pais buscassem Yuuji. E o casal cedeu, não resistindo à aqueles olhinhos pidões que são os de Gojo Megumi.
Então, agora, os quatro seres caminhavam pelo bairro, com as duas crianças andando na frente, interagindo animadamente entre si, e os dois adultos andavam devagar, com os dedos entrelaçados atrás.
A tarde está tranquila. Logo, logo, a lua surge, exibindo seu brilho e iluminando a noite.
Yuuji está bem próximo de Megumi, apontando para algumas coisas pelas quais passam, enquanto as duas crianças riem entre si.
A rua está pouco movimentada, talvez seja pelo frio, enquanto eles caminham em direção à lanchonete onde degustariam de um bom lanche.
Satoru abre a porta do estabelecimento, acenando com a cabeça para que seus companheiros entrem antes. Depois que todos já estão na lanchonete, Satoru entra também, fechando a porta atrás de si.
O local está quase vazio, apenas alguns poucos clientes em suas mesas. Satoru faz sinal para o garçom, enquanto Megumi observa o local, com seu olhar curioso e animado.
Enquanto aguardam a atenção do garçom, Satoru e Suguru se acomodam, Satoru apoiando os braços na mesa e Suguru se recostando na cadeira.
As crianças permanecem um pouco agitadas, com Yuuji falando algo animado para Megumi, enquanto o outro permanece muito atento, escutando cada palavra.
O garçom se aproxima deles com uma prancheta de pedidos, perguntando o que querem e anotando tudo. Com os pedidos feitos e anotados, ele se afasta novamente.
Satoru olha para as crianças, notando como elas estão bem animadas e agitadas. Ele coloca os braços na mesa novamente, suspirando enquanto estica as pernas.
Suguru ri um pouco ante a situação, cobrindo a boca com a mão enquanto nega com a cabeça.
— Eles estão agitados, não? — Ele comenta, se referindo ao comportamento animado das duas crianças.
— É, crianças têm uma energia ilimitada. — Satoru concorda com a cabeça, rindo também. — O Yuuji principalmente. Às vezes fico impressionado com a energia que ele tem... Não sei de onde ele tira tanta disposição.
Eles observam as crianças no banco à frente, com um olhar divertido e afetuoso.
Suguru dá uma risada da fala do marido, seus olhos virando dois risquinhos.
Satoru olha para o esposo, com um olhar admirado e apaixonado. É como se fosse a primeira vez que ele está o vendo, e aquela visão sempre é apaixonante, como na primeira vez. Seu rosto se abre em um sorriso enquanto ele coloca a mão abaixo da mesa e entrelaça os dedos aos de Suguru, dando um leve apertinho.
As bochechas de Suguru ruborizam com o olhar do marido sobre si, e ele o encara de volta, dando outro sorriso.
— O que foi?
— Nada. — O Gojo mais velho responde com um leve tom de provocação na voz. — Estava apenas admirando a beleza do meu esposo.
— Satoru… — Suguru diz com um sorrisinho bobo, desviando o olhar e sentindo suas orelhas queimarem.
Mesmo sendo casado com esse bobão há três anos, Suguru ainda fica envergonhado toda vez que ele o elogia.
Satoru observa o marido, com um sorriso travesso nos lábios. Ele gosta das reações que causa em Suguru, acha isso adorável, e gosta ainda mais de provocá-lo.
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𝗽𝗮𝗿𝗲𝗻𝘁𝘀; 𝗌𝖺𝗍𝗈𝗌𝗎𝗀𝗎.
Fanfictionsatoru e suguru embarcam em uma visita ao adorável garotinho que planejam adotar. encantados por sua doçura e carisma, eles descobrem que ele preenche o vazio em seus corações, tornando-se rapidamente a peça que faltava em sua família.
