Essa história se passa em uma época em que a raça humana ainda não tinha evoluído, e estava apenas começando a andar em pé. Neste tempo, existiam vários reinos mágicos pelo mundo. No coração da floresta amazônica existiam duas raças de seres que não...
Começa o amanhecer. A alvorada trouxe consigo um clima de tensão e expectativa. Os gnomos se dividiram em dois grupos: um liderado por Elias na fronteira e outro pelo Rei Thorin ao redor do castelo. A tensão no ar era enorme e todos entendiam que o destino do reino estava em jogo.
Na fronteira, Elias e seus guerreiros estão em posição e prontos para a batalha. Elias, com sua espada em punho, olha para seus guerreiros, ergue o braço e diz:
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— Amigos, hoje lutamos não apenas por nossas vidas, mas pelas nossas mulheres, crianças e também pelo futuro de nosso reino. Não deixem que o medo os domine. Lembrem-se do que estamos protegendo!
— NINGUÉM IRÁ NOS DOMINAR!! — gritam os guerreiros gnomos uma só voz, prontos para enfrentar as fadas. De repente, junto com um raio de sol, uma onda de fadas surgiu do horizonte, lideradas por uma figura imponente, a Rainha Treviane.
— Preparem-se! — gritou Elias, enquanto as fadas se aproximavam rapidamente.
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Enquanto isso, Eldrin e o povo gnomo acabaram de acordar e se preparam para continuar a caminhada.
— Meu povo, continuaremos nossa jornada. Faltam poucas horas para chegarmos. Por favor, sigam-me. — diz Eldrin com determinação e então segue a frente mostrando o caminho, ele consegue ouvir uma conversa logo atrás dele.
— Príncipe Eldrin está se saindo muito bem! O Rei Thorin sentirá muito orgulho — comenta um senhor gnomo.
— Certamente que sim, ele é um bom jovem — responde o outro senhor ao seu lado.
Eldrin ao ouvir, sentiu-se emocionado e agradecido, pronto para dar seu melhor nesta missão.
Porém, mais adiante, enquanto Eldrin liderava seu povo pela floresta, uma sensação de inquietação começou a crescer em seu peito. Ele sentiu que algo inesperado estava prestes a acontecer. De repente, o chão sob seus pés começou a tremer levemente, e um som distante de batidas rítmicas ecoou pela floresta. Eldrin ergueu a mão, sinalizando para que todos parassem. Ele fechou os olhos por um momento, tentando identificar a origem do som. De repente, o som das batidas rítmicas ficou mais alto e mais próximo. Quando Eldrin abriu os olhos, viu uma figura assustadora emergindo das sombras: uma mula-sem-cabeça, com fogo saindo de seu pescoço e cascos que batiam no chão com força.
— O que é isso? — perguntou um dos gnomos, olhando ao redor com preocupação.
— É uma mula-sem-cabeça! — exclamou Eldrin, reconhecendo a criatura das histórias antigas. — Todos, fiquem atrás de mim!
Eldrin sabia que precisava agir rápido, foi então que ele chamou seu amigo de infância, o jovem Gabriel.
— Gabriel, precisamos espantá-la antes que cause mais pânico— disse Eldrin, com determinação.