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[...]
Seguindo Michael, fomos em direção a um porão com pouca luz.
Prosseguimos com cautela.
— em breve chegaremos a sala de punição.
— o que é exatamente a sala de punição, e o que eu devo fazer?
— você tem que ir com os prisioneiros e garantir que os mesmos não morram ou percam a vontade de viver. Afinal, os demônios estão condenados a expiar os seus pecados eternamente.
A gente chega.
— ... Que lugar é esse?
— a ideia de enviar um humano para tão terrível é horrível.
Quando ouço uma voz, olho para cima e encontro o olhar de uma figura com olhos irregulares nas sombras.
— até os demônios podem ser tão cruéis quanto os demônios, certo? — era Leviathan.
— oh, você estava esperando aqui em silêncio. — disse Michael.
— guarda, é melhor você você ficar comigo, quando voltarmos para o quarto, para ficamos unidos. — disse o esverdeado.
— qual é o seu motivo oculto? E o que você quer dizer com permanecer unidos? — perguntei.
Ele sorriu.
— é bom ser cautelosa, mas abra uma exceção pra mim. Ou você você tem... Pensamentos indecentes como ele? — perguntou Leviathan, me deixando envergonhada.
Eu realmente estava pensando coisa errada.
Indecente? O único que me à mente é Asmodeus.
Um sorriso malicioso se forma nos lábios de Leviathan.
— não importa o quão confinado o espaço seja...
— não foi isso que eu quis dizer!!
— Leviathan, não a assuste desse jeito.
De repente, Satan emerge das sombras, interrompendo a conversa.
— você pode ser o único... Finge ser legal mas está louco para devorá-la não é?
— eu não quero escutar isso... — minha voz sai trêmula.
— Paloma a sala de punição é onde os traumas dos senhores demoníacos se manifestam. E bem, o espaço pode assumir qualquer forma. Então esteja preparada para cenas estranhas. — Michael me empurra para uma porta que se abre.
— que diabos... — olhei em volta e estávamos em uma floresta.
Um vento úmido toca a minha pele, acompanhado do cheiro úmido da grama chegando ao meu nariz.
Vejo olhos assustadores olhando para mim entre as árvores da floresta escura.
— ugh... — Satan se sente estranho. — o que é esse impulso...? É devido ao Leviathan?
Satan parecia inquieto, como se estivesse preparado para atacar a qualquer momento.
— isso está ficando irritante, é exatamente por isso que eu deveria evitar de entrar nessa sala com qualquer outra pessoa. — disse Leviathan.
— culpe quem você quiser. É o seu trauma se desenrolando.
Leviathan está vindo até mim. Quando Satan olha para mim, como uma besta que anseia por presas, os perigos surgem de forma palpável.
Sentindo instintivamente o perigo, seguro fortemente a mão de Leviathan.
Leviathan cora levemente.
— pare com isso e vamos para um lugar seguro!
— eu não vou deixar você escapar! — Satan gritou, mostrando suas presas afiadas, atacando sobre nós.
— nesta sala, os nossos traumas pessoais podem afetar um ao outro! — disse segurando fortemente minha mão, me protegendo.
Nós saímos de lá com pressa, tentando escapar de Satan.
— e o meu maior medo é.... Ser devorado por outros demônios.