LONGE DA REALIDADE

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— Seus pais não em casa

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— Seus pais não em casa. E o Noah também não. — Robby murmura próximo o ouvido dela, fazendo-a arrepiar. — Eu os vi saindo a poucos minutos.

Astrea assentiu, sentindo seu estômago dar voltas.

— Sim... — A voz dela falhou. — Mas isso não significa que deve....

— Shh. — Os lábios de Robby tocaram seu pescoço. As pernas de Astrea ficaram fracas no mesmo segundo. — Eu estou aqui porque queria ver você... Eu não consigo parar de pensar em você.

Os lábios dela se abriram, escapando um gemido.

— Você não se sente assim, Thea?

Astrea engoliu em seco, os olhos nos dele. Ela queria resistir, queria dizer a ele que tudo aquilo era loucura, que era perigoso demais. Mas as palavras não saíam. Ao invés disso, ela sentiu-se derretendo sob o olhar de Robby, os músculos do corpo relaxando, entregando-se àquela conexão que parecia inescapável.

Robby não esperou mais. Ele deu o passo final que os separava, e antes que ela pudesse reagir, seus lábios estavam nos dela, em um beijo profundo, quente e cheio de desejo. Astrea suspirou contra a boca dele, envolvendo os braços ao redor de seu pescoço, puxando-o para mais perto.

— Eu sinto sua falta, Thea. — Ele murmurou entre os beijos, suas mãos segurando firmemente sua cintura enquanto a pressionava contra a parede.

Astrea não conseguia falar. Cada palavra, cada toque, cada beijo fazia com que sua mente se nublasse ainda mais. Ela sabia que não devia ceder, mas não conseguia lutar contra o que sentia. Seus corpos estavam colados, e o desejo entre eles era palpável.

Robby deslizou as mãos até as coxas dela, levantando-a suavemente do chão. Astrea se agarrou a ele, deixando-se levar pelo momento, suas pernas envolvendo a cintura dele enquanto ele a segurava com força, como se tivesse medo de que ela pudesse escapar.

Robby deitou o corpo dela no colchão.

— Eu quero você. — Ela murmurou contra os lábios dele. — Eu preciso de você.

Robby compartilhava desse mesmo sentimento, e ela sabia disso.

Ele estava perfeitamente encaixado entre suas pernas, enquanto tirava a blusa dela.

Astrea não usava sutiã, então seus seios foram expostos rapidamente.

Robby passou a língua entre os lábios antes de abocanhar um deles.

Ela ofegou.

Suas mãos apertavam os fios do garoto, que começou a trilhar beijos por sua barriga.

Os olhos verdes de Robby pareciam devora-la. E ela estava amando essa sensação.

Seu corpo reagia a cada toque de Robby. Era como se o mundo inteiro desaparecesse e a única coisa que importasse fosse ele.

Ela sabia que seus pais poderiam voltar a qualquer momento, ou que Noah não quisesse dormir fora de casa e resolvesse voltar mais cedo.

As mãos de Robby puxaram o short dela, expondo sua calcinha molhada, que logo foi puxada também.

Ele beijou suas coxas, trilhando beijos até seu clitóris.

Quando seus lábios tocaram-na, ela fechou os olhos para aproveitar o momento.

O Keene não enrolou, sabia que não tinha tanto tempo quanto gostaria.

Seus lábios a chupavam. Estava sedento para sentir o gosto dela.

Astrea moveu seu quadril contra os lábios dele.

— Robby... — Ela gemeu, adorando a sensação de Keene entre suas pernas.

Astrea não se deu conta do barulho que fazia até ouvir passos na escada.

Eles poderiam parar, mas s sensação de adrenalina tomou conta.

— Meus pais... — Choraminga ela.

— Não faça barulho. — Ele murmura entre suas pernas.

Ela cobriu a boca, enquanto Robby movia sua língua.

A maçaneta se mexeu, mas a porta estava trancada.

— Está acordada? — Perguntou seu pai.

— Si... Sim. — Sua voz falhou.

— Você está bem?

— Uhum... — Murmurou.

— Ta. Boa noite, amo você. — Disse por fim.

Quando seu pai afastou-se, Astrea puxou com força os fios de Robby, que gemeu contra ela.

Suas pernas tremiam, e Robby estava com deu rosto lambuzado por seu líquido.

— Você queria que eu parasse? — Robby murmura roçando seus lábios nos dela.

Astrea pode sentir seu próprio gosto.

— Não. — Ela informou. — Tenho camisinhas na gaveta.

Robby lançou um olhar curioso, mas não questionou. Retirou o restante de sua roupa e pegou o preservativo, colocando-o.

Astrea mantinha a mão em sua boca, segurando para não gemer enquanto Robby entrava dentro dela.

Suas unhas arranhando os ombros dele enquanto o sentia mover-se.

Estava tão perigoso, mas tão bom.

Eles mantinham contato visual, como se fossem um só.

Keene levou dois de seus dedos para os lábios da garota, que os chupou.

Manter os dedos de Keene em sua boca foi a maneira que encontrou para abafar seus gemidos.

Seus corpos colados e suados eram um só.

O interior de Astrea o pressionava.  Não demorou para que eles chegassem ao climax juntos.

Robby deitou-se ao lado dela, puxando para mais perto. Astrea deitou-se no peitoral dele, deixando alguns beijos.

Eles ficaram ali, em silêncio por um longo tempo, tentando recuperar o fôlego e consciência do que acabou de acontecer.

A ruiva levantou, recebendo o olhar esverdeado do garoto.

— Aonde você vai?

— Tomar banho. — Informou ela. — Quer vir comigo?

Um sorriso surgiu no rosto dele, Astrea sabia exatamente a resposta.

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BAD REPUTATION, robby keene ✓Histórias para pegar e não largar. Descubra agora