"𝐒𝐞𝐮 𝐜𝐨𝐫𝐩𝐨 𝐞́ 𝐨 𝐦𝐚𝐫 𝐩𝐨𝐫 𝐨𝐧𝐝𝐞 𝐪𝐮𝐞𝐫𝐨 𝐬𝐮𝐫𝐟𝐚𝐫"
Kelen recém formada em moda decide volta para o seu país de origem por um tempo, mal sabia ela que sua apaixonite pelo surfista bonitão continuava ali após anos e ele estaria...
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Kelen Vianna 🥥 | Pov
Estava em uma missão impossível, ajudar a Carine com uma roupa pra sair com o Lucas. Eu sentia que alguma novidade sairia desse jantar, tentei tirar algo do Medina mas ele disse que não sabia de nada.
— Amiga o que achou desse? — a morena aparece na minha vista vestida com um vestido que eu mesma tinha feito para ela a algum tempo.
— Meu Deus, ficou perfeito — nem lembrava o quanto ele era bonito — Não é porque eu que fiz mas tá deslumbrante.
— Aah, eu amei também — ela da gritinhos pulando pelo quarto — Agora só falta o salto — ok nova missão.
Carine já pronta terminava de finalizar seu cabelo ela tava perfeita, respondia algumas mensagens do surfista de mais cedo.
— Que sorriso é esse hein? — a garota olha pra mim.
— Nada — semicerra os olhos.
— É só o Gabriel querendo me buscar aqui, tínhamos marcado de assistir um filme mas eu falei que o trânsito essa hora é terrível, é melhor a gente remarcar.
— Tá doida? — Carine se senta ao meu lado — Se ele quer vim deixa ele vim — da de ombros, é talvez ela esteja certa.
— Amiga ele chegou, tá tudo bem se eu já for agora?
— Óbvio né Kelen, o Lucas já deve estar chegando também.
— Ok, beijo, te amo aproveita seu jantar — abraço seu corpo.
— Aproveita seu filme também — seu tom sai malicioso, dou uma gargalhada — Te amo — ela grita quando já estou na porta para sair.
— Não precisava ter vindo, Gabriel — falo pro moreno assim que entro no seu carro.
— Não foi nada, idaí que vamos enfrentar um trânsito de horas — ele diz com um sorriso nos lábios.
Encostada com a cabeça na janela do carro bufo pelo fato de estarmos mais de dez minutos no mesmo lugar, a cidade de São Paulo fim de tarde era o próprio inferno, de duas horas que demoraríamos pra chegar em Maresias, demoraríamos quatro ou até mais.
Gabriel batucava seus dedos impaciente no ritmo da música que tocava no som, olho para ele que já tinha sua intenção voltada para mim.
— O que foi? — pergunto meio sem graça.
— Nada, só reparando em você mesmo — me viro pra olhar pra estrada pra não demonstrar meu rosto envergonhado, acho que ele veio ao mundo pra me deixar assim.
— Ei, olha pra mim — o surfista segura minha nuca me fazendo olhar para ele, em seu rosto habitava um sorriso sacana, ordinário.
— Hm — demostro menos importância possível.
— Você vai ter que se acostumar — ele fala passando seu polegar no meu rosto, solto um grunhido, esse desgraçado estava mais lindo que o normal.
Sinto seu corpo se curvar para o lado do passageiro até ter nossos rostos a milímetros de distância, sua boca roça na minha me dando mais vontade de o beijar mas o mesmo se esquiva pra trás com um sorriso cafajeste.
— Sério isso? — olho pra ele indigna.
— O que? — se faz de desentendido segurando a risada.
Antes que eu pudesse me virar pro lado oposto dele, ele segura os dois lados do meu rosto me beijando tento me afastar, agora eu não queria mais, mas ele me segura firme, acabo cedendo quando uma de suas mãos trilha pela minha coxa parando na minha cintura, aonde ele deixa um leve aperto, solto um gemido baixo.
Buzinas tocam atrás de nós me fazem sair do transe daquele beijo.
— Acho que é melhor você dirigir — dou um tapinha fraco em seu braço.
__ Eu preferiria continuar te beijando — ele tira sua atenção de mim andando com o carro.
— Bobo — tentava prender de todas as formas possíveis o sorriso bobo que insistia em aparecer.
— Gabriel — chamo seu nome que no mesmo instante olha para mim — Tem certeza que o Lucas não te disse nada? — tinha pra mim que ele sabia de algo.
— Tenho, por que você acha que ele me diria?
— Porque vocês são melhores amigos?! — digo como se não fosse óbvio.
— Mas não contamos tudo um pro outro — olho pra ele desconfiada.
— Hmm — uma de suas mãos vai de encontro com a minha coxa ficando ali fazendo um leve carinho.
Depois de mais alguns minutos naquela cidade conseguimos sair pegando estrada para maresias, chegamos em casa por volta das oito e meia, nesse meio tempo Carine me mandou mensagem que o loiro tinha a levado para um restaurante super sofisticado e aparentava estar nervoso, ali tive certeza que vinha algo mas não disse nada para minha amiga não criar expectativas, vai que é só coisas da minha cabeça.