"𝐒𝐞𝐮 𝐜𝐨𝐫𝐩𝐨 𝐞́ 𝐨 𝐦𝐚𝐫 𝐩𝐨𝐫 𝐨𝐧𝐝𝐞 𝐪𝐮𝐞𝐫𝐨 𝐬𝐮𝐫𝐟𝐚𝐫"
Kelen recém formada em moda decide volta para o seu país de origem por um tempo, mal sabia ela que sua apaixonite pelo surfista bonitão continuava ali após anos e ele estaria...
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Kelen Vianna 🥥 | Pov
Gabriel dormia abraçado com a minha cintura e sua cabeça apoiada na minha barriga, o mais engraçado era as quinze camisinhas terem acabado no penúltimo dia, acho que eu nunca tive uma relação sexual tão ativa.
Esses dias de viagem eu e o surfista nos aproximamos ainda mais, realmente parecíamos um casal, isso era bem estranho.
— Tá acordada ainda? — a voz do moreno sai rouca e sonolenta alisando minha cintura.
— Perdi o sono — digo simples.
Gabriel se levanta todo sonolento com os cabelos pro ar e se senta ficando mais ou menos da minha altura.
— Tá pensando em que hein? — sua voz sai baixa totalmente rouca e um beijo molhado é depositado no meu pescoço.
— Tô só pensando o quão engraçado é o fato das camisinhas terem acabado um dia antes de irmos em bora — apesar do assunto ser um pouco estranho eu falei super normal, acho que eu tava perdendo a vergonha com ele.
— Não precisa se preocupar, eu tenho ainda — ele me olha todo malicioso com um sorriso cafajeste.
— Não tô falando por causa disso, Gabriel — o repreendo, ele da de ombros brincando com uma das minhas mãos.
— Tô com fome — falo após escutar minha barriga ronca pela decima vez.
— É estranho ouvir você falar isso — o surfista faz careta — Eu ainda disse pra você jantar — reviro os olhos.
— E vai ficar agindo igual pai comigo?
— Não pô, só falando a verdade.
— Gabriel — falo manhosa encostando meu queixo em seu ombro, ele já ri negando — Você podia fazer algo pra mim comer — faço biquinho, colocando meu olhar mais pidão — ele olha pra mim e da uma risada jogando a cabeça pra trás.
— Já viu as horas Kelen? — ele olhava bem nos meus olhos.
— Não — continuo com a minha cara afim de ganhar o que eu queria.
— Três da manhã pô — ele olha pra mim indignado.
— Idai? — pergunto fazendo drama.
— Tu é complicada hein, Kelen — ele se nega com a cabeça se levantando, não deixo de reparar o quão gostoso ele ficava de cueca, era a única coisa que ele vestia, já eu vestia somente sua camiseta e nada por baixo.
— Vamo descer pra ver o que você quer — ele se espreguiça jogando a colcha pra cama.
— Pode ser qualquer coisa — falo não querendo descer.
— Você é enjoadinha, não come qualquer coisa — reviro os olhos, ele já estava me conhecendo demais.
— Você vai assim? — olho pro moreno descendo meu olhar por todo seu corpo, ele pega sua bermuda que estava jogada pelo quarto e veste.
— Não baba não — Medina passa a mão no meu queixo enquanto passava perto de mim pra sair do quarto, bato em sua mão e escuto sua risada.
— Toma — o surfista coloca dois mistos na minha frente e um copo de suco.
— Não precisava de dois — falo pegando um pra morder.
— Eu não desci aqui em baixo pra você comer só um pouco — dou uma risada do desempenho que ele estava tendo pra aparentar estar bravo mas nada do seu rosto transmitia isso.
— Obrigada, tá?! — falo lançando um sorriso fofo após da um gole no meu suco.
Gabriel sai do outro lado da ilha e me abraça por trás roçando seu nariz no meu pescoço, sinto um arrepio.
— Não precisa agradecer — ele beija meu ombro e se senta ao meu lado.
— Cheia? — Medina pergunta depois deu finalizar o último pão, concordo tomando o resto do suco.
— Vamo subir? — falo pro mais velho ao meu lado depois de lavar as louças usadas mas ele parecia com a atenção grudada em seu celular — Gabriel — o chamo.
— Hm — ele olha pra mim.
— A gente vai subir? — ele concorda guardando o celular na bolsa.
Vou andando na frente e ele me alcança me abraçando por trás, beijando meu pescoço que com certeza essa era fácil meu lugar mais sensível.
— Essa blusa ficou melhor em você — sua voz sai rouca no meu ouvido, nego com a cabeça já sabendo as intenções que ele tava tendo.
Gabriel ameaça a enfiar sua mão por dentro da blusa que eu vestia assim que terminamos de subir os degraus da casa, mas eu sou mais esperta e seguro sua mão, ele ri bem perto do meu ouvido e beija minha bochecha.
— Pô não pode fazer nada também — ele passa a andar do meu lado e eu dou risada.
— Lógico tudo você quer putaria — ele me olha indignado.
— Engraçado que tu não nega uma vez sequer né.
— Você é idiota — volto a andar não querendo deixar ele achar que estava certo mas na real ele estava, escuto sua risadinha quando ele se aproxima me encurralando na parede do corredor.
— Fala que tu não consegue negar o pai aqui — fala todo convencido com aquela sua carinha de puto que me deixava louca e um sorriso de canto.
— Se liga, Gabriel — ele encosta mais nossos corpos e me beija afundando sua mão pelas minhas tranças.
— Vai acordar o pessoal — empurro um pouco seu corpo, finalizando nosso beijo.
— Tu é chata hein, chata, chata, chata — o surfista sai andando na minha frente fazendo drama e eu tentava segurar ao máximo minha gargalhada atrás.
Assim que o Medina pisa em nosso quarto já vai tirando sua bermuda jogando pra algum canto do quarto.
— Você é muito bagunceiro — digo indignada catando as peças pelo chão, inclusive a pobre da minha calcinha que está quase de baixo da cama, nego com a cabeça rindo lembrando o motivo dela estar ali.
Engatinho pela cama na intenção de chegar no meu lugar mas o surfista me puxa pra ele.
— Sabe que não vai dar certo você dormindo sem calcinha do meu lado né?! — ele me olha com um sorriso de canto deixando um aperto na minha bunda e eu empurro seu peitoral.
— Você tem que aquietar esse pau seu — me solto dele indo pro meu lugar.
— Você não entende, ele tem livre arbítrio — nego com a cabeça rindo, não aguento esse homem.
— Aí — jogo um travesseiro em seu rosto.
— Eu tô falando sério — ele segura o travesseiro e me olha sorrindo — Ele faz o que quer — gargalho.
Me viro de costas pro mais velho e não demora muito pra ele me abraçar.
— Dorme bem — ele cheira meu pescoço — Pedi pro medina jr não se manifestar mas não sei se ele vai me escutar — dou uma risadinha, esse homem era inacreditável.
— Eu espero que ele seja obediente — me ajeito em seu abraço já sentindo o sono chega.
— Eu também... — não demora muito para cairmos no sono.